Resenha - Todas as Suas (Im)Perfeições

Título: Todas as Suas (Im)Perfeições
Título Original: All Your Perfects
Livro Único.
Autor: Colleen Hoover
Editora: Galera Record
Páginas: 304
Ano: Edição: 2019 / Original: 2018
Saiba Mais: Skoob / Goodreads
Comprar: Amazon 

Sinopse: Uma história de amor perfeita é suficiente para manter vivo o casamento entre duas pessoas imperfeitas?
O acaso uniu Quinn e Graham duas vezes. A primeira delas, no que consideraram o pior dia de suas vidas, quando ela descobriu às vésperas do casamento que estava sendo traída pelo noivo e ele, pela namorada que pretendia pedir em casamento. A segunda, meses depois, em meio a encontros ruins.
Deste reencontro surgiu um amor profundo e um relacionamento perfeito... ou talvez nem tanto. Com o passar dos anos e a frustração por não conseguirem ter filhos, Quinn e Graham acumularam silêncios e desconfianças. O casal se encontra no centro de um furacão, e seu futuro depende das promessas feitas quando o casamento ainda parecia uma praia paradisíaca.

A TramaQuinn e Graham se conhecem em uma das situações mais improváveis: o noivo de Quinn a estava traindo com a namorada de Graham, a quem ele pretendia pedir em casamento. Um tempo depois, os dois se reencontram, e decidem dar uma chance para o que estão sentindo um pelo outro. Sete anos depois, Quinn e Graham estão casados, mas apesar da história bonita de amor que os dois tiveram, as coisas não estão indo nada bem no casamento deles no momento. Os dois mal interagem um com o outro dentro de casa, e a amargura e desconfianças só aumentam com o passar do tempo. A história é contada em capítulos alternados entre o passado e o presente do relacionamento dos dois, e aos poucos vamos descobrindo o motivo para o relacionamento dos dois ter chegado onde chegou. Eu gostei bastante do livro e dos vários sentimentos que ele me fez sentir, das coisas nas quais me fez pensar e das lágrimas que derramei por ele. Alguns capítulos do "passado" foram meio "meh" pra mim, mas isso não tira o poder que a história toda tem.

Terça do Top #126

Top 5 spin-off que eu gostaria que existissem

Oi, gente! Esse ano estamos vendo duas séries muito amadas pelos leitores (Jogos Vorazes e Crepúsculo) voltando com spin-offs/ponto de vista de outro personagem, então por isso hoje eu decidi vir aqui contar para vocês outros 5 spin-offs que eu gostaria de poder ler (quem sabe um dia?).

1. Os Marotos (Harry Potter)

Não sou a única que sonha em algum dia poder ler pelo menos um livro (oficial) sobre os Marotos e as coisas que aprontavam na época que estudavam em Hogwarts. Seria muito legal poder conhecer mais a fundo Aluado, Rabicho, Almofadinhas e Pontas, e eu também ia amar saber como eles fizeram o Mapa do Maroto.

Resenha - Um Estranho Sonhador

Título: Um Estranho Sonhador
Título Original: Strange the Dreamer
Série: Um Estranho Sonhador
1- Um Estranho Sonhador
2- Muse of Nightmares (2018 US)
Autor: Laini Taylor
Editora: Universo dos Livros
Páginas: 544
Ano: Edição: 2019 / Original: 2017
Saiba Mais: Skoob / Goodreads
Comprar: Amazon 

Sinopse: O sonho escolhe o sonhador, e não o contrário – e Lazlo Estranho, órfão de guerra e bibliotecário júnior, sempre temeu que seu sonho tivesse escolhido mal. Desde os cinco anos, ele era obcecado pelos mistérios de Lamento, uma cidade mítica perdida. O que aconteceu lá duzentos anos atrás que a separou do restante do mundo? Que tipo de deuses existiam lá e foram mortos pelo Matador de Deuses? Essas respostas o aguardam em Lamento, mas também mais mistérios – incluindo a deusa de pele azul que aparece nos sonhos de Lazlo.
Neste romance de tirar o fôlego – indicado para sonhadores dispostos a se aventurar em mundos mágicos, repletos de personagens marcantes e seus conflitos emocionais –, a sombra do passado é tão real quanto os fantasmas que assombram a cidadela de divindades assassinadas.
Aventure-se em um mundo mítico de horror e maravilha, mariposas e pesadelos, amor e massacre.

A TramaQuando Lazo Estranho conhece o Matador de Deuses (que está em busca de voluntários para sua comitiva), ele vê ali sua chance de deixar o mosteiro em que cresceu e finalmente conhecer a cidade de Lamento, por qual ele sempre foi obcecado pelos mistérios que a rondam. Ele, então, embarca numa jornada de amadurecimento, segredos, magia e sonhos com uma deusa azul. Em outra perspectiva, temos Sarai, que vive na cidadela com mais quatro crias dos deuses iguais a ela: azuis, poderosos e cheios de rancor pelo massacre feito pelo Matador de Deuses contra seu povo. Os caminhos de Lazlo e Sarai vão se cruzar na cidade de Lamento, e então uma história fantástica está prestes a acontecer. Essa é uma história mágica, encantadora e cheia de sentimentos! O universo dos deuses azuis, magia e mitologia criados por Laini Taylor é incrível e cheio de possibilidades, e foi incrível ir descobrindo os segredos aos poucos. É um livro em que muita coisa acontece, mas não é recheado de ação, isso torna a leitura mais lenta e, talvez, um pouco cansativa em alguns momentos, principalmente no meio do livro. Eu senti como se pudesse ter acontecido mais nesse primeiro volume, porque o maior "volume" dele são as descrições bem detalhadas da autora (o que não é algo ruim, porque a escrita da Laini Taylor é incrível). Isso é legal porque faz o leitor submergir no mundo criado por ela, mas em alguns momentos parece que ela está só enrolando mesmo.

Terça do Top #125


Top 5 melhores filmes de terror segundo Stephen King


No inicio do mês, o Mestre do Terror tweetou seu desejo de curtir um cinema tranquilo com direito a pipoca, refrigerante e balas de menta. Em entrevista à Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, entidade que organiza o Oscar, ele revelou suas inspirações cinematográficas, os filmes preferidos que o ajudaram a caracterizar seu estilo narrativo, resultando na maestria que hoje são suas obras.
1. A Bruxa de Blair 
“O filme me perturbou por dias, imagino que a causa disso seja sua simplicidade, a falta de polidez. E nada supera a cena final”. A bruxa de Blair é um filme de 1999. Uma das maiores bilheterias dos EUA, sua característica de pseudo-documentário foi feita para que o filme tivesse uma atmosfera mais real, os atores foram levados para uma floresta com uma câmera cada e deixados lá, enquanto a equipe de filmagem trabalhava camuflada para filmar e assustar o elenco, que achava que a lenda da bruxa era real, devido às lendas locais. Ainda no marketing do filme, ele foi divulgado como um documentário real.


Feliz dia do Orgulho Nerd!




“A toalha é um dos objetos mais úteis para um mochileiro interestelar. Em parte devido a seu valor prático: você pode usar a toalha como agasalho quando atravessar as frias luas de Beta de Jagla; pode deitar-se sobre ela nas reluzentes praias de areia marmórea de Santragino V, respirando os inebriantes vapores marítimos; você pode dormir debaixo dela sob as estrelas que brilham avermelhadas no mundo desértico de Kakrafoon; pode usá-la como vela para descer numa minijangada as águas lentas e pesadas do rio Moth; pode umedecê-la e utilizá-la para lutar em um combate corpo a corpo; enrolá-la em torno da cabeça para proteger-se de emanações tóxicas ou para evitar o olhar da Terrível Besta Voraz de Traal (animal estonteantemente burro, que acha que, se você não pode vê-lo, ele também não pode ver você – estúpido feito uma anta, mas muito, muito voraz); você pode agitar a toalha em situações de emergência para pedir socorro; e naturalmente pode usá-la para enxugar-se com ela se ainda estiver razoavelmente limpa”- O guia do Mochileiro das Galáxias, Douglas Adam.


                                                       


                                              Feliz Dia Da Toalha!