Resenha - Pão Quente

Título: Pão Quente

Autor: Jessamyn Waldman Rodriguez
Editora: Cia das Letras
Páginas: 304
Ano: 2017
Saiba mais: Skoob
Comprar: Amazon //  Americanas

Livro Delícia!!

Sinopse: A Hot Bread Kitchen não é uma padaria comum. Sediada no East Harlem (também conhecido como El Barrio), tem padeiras vindas de todas as partes do mundo. Com a real missão de ajudar mulheres imigrantes a desenvolver suas habilidades e a se recolocar no mercado de trabalho, o estabelecimento é um modelo único que combina incubadora e programa de treinamento. O resultado são receitas ricas em cultura, que reforçam a importância do pão nas mais diferentes tradições culinárias. Pão quente nasceu a partir dessa grande mistura e reúne pratos típicos de ao menos vinte países, incluindo uma receita de pão de queijo exclusiva da edição brasileira. Recheado de técnicas e truques, este livro permite que até mesmo os mais inexperientes reproduzam em casa estas receitas de sucesso — dos elementares pães sem fermento aos mais elaborados chalés trançados.

As receitas: Como já exemplifica o nome, a maioria das receitas trata de pão - chatos, doces, salgados, recheados, etc, De todos os tipos e de várias nacionalidades, além disso o livro também mostra receitas de acompanhamento para alguns pães, como guacamole, café, chocolate quente e até curry. O livro ainda inclui dicas de preparo para panificação e informações e indicações de uso para os utensílios envolvidos. Há também pequenas cronicas entre as receitas, que contam a opinião ou vivência da escritora na vida e no mundo da panificação.

O Livro é Melhor? O Apanhador de Sonhos

Em "O Livro É Melhor?" vamos comparar alguns livros às suas adaptações, sejam filmes ou séries de tv, e explicar um pouquinho sobre suas diferenças para, no final, escolher um vencedor!

Olá, Olá, vamos comentar hoje do excêntrico e único " O Apanhador de Sonhos" de Stephen King você pode conferir a resenha aqui.



O LIVRO

  • No interior do Maine, um grupo de amigos vê uma criança ser atormentada por um bando de adolescentes, e o salvam. Como agradecimentos Duddits - uma criança especial lhes dá poderes peculiares, entre eles um sexto sentido e a habilidade de telepatia.
  • Quando cresce o grupo se afasta um pouco mas continua a manter um encontro anual. Em uma cabana na floresta alguns deles já estão reunidos e recordando Duddits quando se deparam com um caçador passando mal de uma doença estranha e misteriosa.
  • Enquanto a doença vai evoluindo, temos a introdução do problema principal do livro - do qual não vou dar spoilers e a volta de Duddits já adulto.
  • No livro King faz questão de elaborar e explicar muito bem o ecossistema da doença, o que é muito interessante. Normalmente eu não me importo que uma trama desafie a lógica, dês que tenha sua lógica própria.
  • O final do livro é simples de certa forma e pra lá de esquisito, mas faz um "sentido King" e eu gostei.


O FILME

  • Inicialmente a adaptação está muito boa, adequada ao livro tanto no ambiente quanto nos personagens.
  • Ok, até aqui tudo bem, claro que eles cortam um pouco toda a convivência que solidificou o laço de amizade do grupo, por que o filme tem um limite de tempo, mas até aí foi fidedigno e razoável para uma adaptação cinematográfica.
  • É a partir dessa parte que o o filme começa a tomar caminhos estranhos e até um tanto maçantes, principalmente em relação aos militares, e ações do Sr Cinza. Acho que esqueci de comentar, mas a referência á "Alien" é deliciosa - mas sou suspeita, é umas das minhas franquias preferidas.
  • O filme esquece completamente de fazer sentido e só mostra a "maré vermelha" se alastrando e teoricamente espalhando a doença por aí. A única coisa que fica explicito é o perigo da incubação e como ela acontece de fato.
  • Bom, é aqui que a porca torce o rabo, perde a circulação, necrosa e cai...por que olha... Além de inventar acontecimentos, o diretor praticamente muda o cerne da trama com um final tosco, pobre e um tanto sem nexo.

Resenha - Sempre Vivemos no Castelo


Título: Sempre Vivemos no Castelo
Título Original: We Have Always Lived in the Castle
Autora: Shirley Jackson
Editora: Suma de Letras
Páginas: 200
Ano: 2017
Saiba mais: Skoob
Comprar: Amazon // Submarino // Saraiva 

Uma leitura peculiar.

Sinopse: 
Merricat Blackwood vive com a irmã Constance e o tio Julian. Há algum tempo existiam sete membros na família Blackwood, até que uma dose fatal de arsênico colocada no pote de açúcar matou quase todos. Acusada e posteriormente inocentada pelas mortes, Constance volta para a casa da família, onde Merricat a protege da hostilidade dos habitantes da cidade. Os três vivem isolados e felizes, até que o primo Charles resolve fazer uma visita que quebra o frágil equilíbrio encontrado pelas irmãs Blakcwood. Merricat é a única que pressente o iminente perigo desse distúrbio, e fará o que for necessário para proteger Constance. 
Sempre vivemos no castelo leva o leitor a um labirinto sombrio de medo e suspense, um livro perturbador e perverso, onde o isolamento e a neurose são trabalhados com maestria por Shirley Jackson.

A Trama: Mais do que "um livro perturbador e perverso", conforme adianta a sinopse de Sempre Vivemos no Castelo, acredito que esse é um livro bastante psicológico
Num primeiro momento a história causa uma grande estranheza, no entanto, com o passar das páginas você percebe que essa estranheza se dá porque a história nos é apresentada sob o ponto de vista de Marricat - e a jovem tem uma visão um tanto quanto peculiar das coisas. 
Esse não é um tipo de obra muito comum, e em muitos momentos me vi pensando "que p#$%* é essa" - mas se você se der a oportunidade, vale a leitura. 

Promoção - A Melodia Feroz

Olá! Quem ficou com saudade de promoção?
Eu fiquei, então já estava mais do que na hora de começar uma nova. Dessa vez, estamos sorteando um livro que eu adorei, bem original, e aposto que muita gente vai gostar.
É sobre duas pessoas completamente opostas que acabam cruzando os caminhos uma da outra. Se você quiser saber mais ou ficou curioso, falo bastante sobre o livro na minha resenha.


Resenha - A Garota do Cemitério

Título: A Garota do Cemitério
Título original: Cemetery Girl
Série: Os Impostores
Livro 1 - A Garota do Cemitério
Livro 2 - A Inheritance (2015 US)
Livro 3 - A Haunted (2017 US)
Autor:
Editora: Valentina
Páginas: 128
Ano: 2017 
Saiba Mais: Skoob
Comprar: Amazon // Shoptime

Sinopse: Ela adotou o nome Calexa Rose Dunhill, inspirada numa lápide do sombrio ambiente em que acordou, ferida e apavorada, sem qualquer lembrança de sua identidade, de quem a jogou lá para morrer ou mesmo do porquê. Fez do cemitério o seu lar, vivendo escondida numa cripta. Mas Calexa não pode se esconder dos mortos – e, quando descobre que possui a estranha capacidade de ver as almas se desprenderem de seus corpos... Então, certa noite, Calexa presencia um grupo de jovens praticando uma sinistra magia. Horrorizada, testemunha o ato insano que eles cometem. Quando o espírito da vítima abandona o corpo, ele entra em Calexa, atormentando sua mente com visões e lembranças que parecem não ser dela. Agora, Calexa deve tomar uma decisão: continuar escondida para se proteger – afinal, alguém acredita que ela está morta – ou sair das sombras para trazer justiça ao angustiado espírito que foi até ela em busca de ajuda?

 A Trama: Inicialmente sem nome, uma garota é "desovada" no cemitério em uma noite chuvosa. Apesar da amnésia e do mal estar, ela está viva e consideravelmente bem. Com a intenção de se manter assim, ela resolve se esconder de seu algoz no mesmo cemitério em questão. Quando testemunha um crime grave, ela se sente dividida entre se esconder e fazer justiça. Ok, eu não sei o que esperava exatamente dessa HQ. Estava empolgada (por que sempre fico com qualquer coisa do tipo), mas trama é satisfatória, embora deixe uma sensação incompleta.