Lançamentos de Abril #3

Oi, gente! Hoje nós veremos os lançamentos das editoras Única, Gente, Rocco, Novo Conceito e Jangada. Eu quero ler O Manual da Garota Geek e A Playlist de Hayden.

O ano é 1965, e a cidade de Iowa, interior dos Estados Unidos, parece estar ainda mais quente nesse verão. Francesca Johnson, uma mãe de família que vive uma vida pacata do campo, não espera nada além dessa temporada do que o retorno dos filhos e do marido, que viajaram. Sua tranquilidade, porém, será interrompida com a chegada de Robert Kincaid, um fotógrafo de espírito aventureiro que recebeu a missão de registrar as belíssimas pontes de Madison County.
Francesca e Robert comprovaram para o mundo que o valor das coisas está realmente na intensidade que elas carregam e não no tempo que duram. Casada, mãe, Francesca não deveria ter sentimentos tão fortes por esse fotógrafo. Assim como ele, um homem tão livre, nunca se viu tão preso a alguém que acabou de conhecer. E é justamente assim que as paixões intensas funcionam: é como ser atingido por um raio quando menos se espera, e, de repente, seu corpo e sua existência estão preenchidos de energia, sem ter como voltar atrás para o estado anterior. E perdemos todo e qualquer pudor ao ver que é possível, uma vez mais, encontrar espaço para dançar.
As pontes de Madison dá voz aos anseios de homens e mulheres de todo mundo e mostra, por meio desse encontro fortuito e avassalador, o que é amar e ser amado de forma tão ardente que a vida nunca mais será a mesma.

Fica a dica, mundo: nada é mais legal do que ser uma garota geek O manual da garota geek é o guia especial de tudo aquilo que nos faz incrível: nossas paixões. Embora o restante da humanidade acredite que as geeks são pessoas muito estranhas, a verdade é que apenas amamos e nos envolvemos demais com as melhores coisas da vida. Não importa o que você ame – quadrinhos, seriados de ficção científica, literatura juvenil –, se acabou de chegar ou se adora há anos, para ser uma garota geek o importante é amar com intensidade. Desde aprender a iniciar um blog legal sobre seus hobbies, planejar o próximo cosplay, organizar um evento geek ou simplesmente entender que tipo de nerd você é, este livro está aqui para ajudá-la. Encontre aqui tudo o que você precisa para que sua nerdice seja longa e próspera!
Em um momento no qual celebramos fortunas que acontecem da noite para o dia e a ilusão do enriquecimento rápido chega a distorcer a noção de empreendedorismo dos menos experientes, a biografia de Luiz Biagi vem justamente para provar o que, no fundo, já sabemos: o sucesso é construído insistentemente, ao longo dos anos, por aqueles que não desistem de buscar o aprendizado e o desenvolvimento de si e dos que o cercam. Superar crises e abrir novas frentes é uma das marcas de Luiz Biagi, que fez questão de que o livro apresentasse as lições que fizeram dele um dos maiores homens de negócios brasileiros, assim como um líder que conseguiu não apenas prosperar, mas gerar uma sucessão que faz jus ao nome que carrega. Ao tocar a subjetividade do biografado, Doretto nos revela um Luiz que se sensibiliza com histórias, obras de arte, formas de descobrir a força que existe escondida nas pessoas e não apenas nos negócios. Entre a criatividade para sobreviver a mudanças econômicas e o investimento incansável em educação e tecnologia, Luiz Biagi traz para os empreendedores do futuro um grande legado a ser seguido e uma trajetória que marcou o país e desenvolveu diversos setores brasileiros. Encontre o estilo Biagi de criar negócios e participe do dom de encontrar o potencial não apenas de investimentos – mas da vida, dos relacionamentos e de tudo aquilo que entrou em contato com esse importante ator do cenário econômico brasileiro.

Negocie qualquer coisa com qualquer pessoa – Saber negociar é a competência número 1 para o sucesso em qualquer área.
Isso vale para quem trabalha como negociador, mas também para aqueles que não sabem ou não gostam de negociar, pois essa dificuldade resulta em grandes prejuízos financeiros e emocionais. A verdade é que fazer acordos ruins prejudica o trabalho, os relacionamentos e o cotidiano de qualquer um.
Eduardo Ferraz demonstra nesta obra maneiras de negociar muitas situações delicadas. Por exemplo: Como dizer não sem ofender? Como expor seus talentos sem parecer arrogante? Como aumentar seus ganhos? Como lidar com pessoas difíceis? Como definir uma remuneração justa? Como reagir a uma proposta absurda? Como evitar conflitos? Como agir em
relacionamentos problemáticos?
Você terá acesso a técnicas práticas para obter ótimos resultados — profissionais e pessoais – em pequenos e grandes acordos ao negociar qualquer coisa com qualquer pessoa.

Se comparados às gerações anteriores, nós trabalhamos por mais tempo e com mais intensidade do que nunca, e sempre com prazos apertados e muita cobrança. Como você já sabe, mais exigências significam mais pressão – o que pode facilmente se transformar em estresse (se já não se transformou!). A vida se torna um trem desgovernado: emoções sempre à flor da pele, incerteza sobre o que devemos fazer, a sensação de que o trabalho nunca chega ao fim e aquela vontade de fugir para bem longe… Basta! Você não merece uma rotina de dores de cabeça e no corpo, irritação e sensação de ser dominado por um cansaço que não passa. Em Sob pressão, o autor mostra como elevar sua capacidade de resiliência, gerenciar os gatilhos do estresse e ter o trabalho bem realizado – mesmo quando o ritmo aperta. Neste livro você aprende como:
 Gerenciar tempo e carga de trabalho com eficiência
 Sair do estresse com táticas claras e poderosas
 Encontrar energia extra para os momentos em que mais precisa
 Perder o medo da mudança e fazê-la funcionar para você e para os
outros ao seu redor. Faça da pressão o seu melhor momento profissional!

Em seu primeiro livro de não ficção, o autor do aclamado De repente uma batida na porta – considerado um dos melhores livros de 2014 pelo jornal O Globo – volta a surpreender com sua bem dosada combinação de humor e ternura diante da vida e da condição humana. Considerado o principal autor israelense de sua geração, Etgar Keret reuniu 36 textos curtos, ao estilo de crônicas, em que compartilha com o leitor momentos vividos durante sete anos que vão do nascimento do filho até a morte do pai. A partir da história pessoal do escritor, o leitor conhece melhor a sociedade israelense, feita de pessoas que procuram respirar em meio às guerras e aos conflitos políticos, mas, no fundo, entra em contato com sentimentos e questionamentos universais, muitas vezes explicitados por meio do nonsense. Uma leitura leve, mas de alcance profundo.

Expoente da literatura de vanguarda na América Latina que a Rocco apresenta pela primeira vez ao leitor brasileiro na coleção Otra Língua, Juan Emar foi considerado por Pablo Neruda o “Kafka chileno”. O argentino César Aira prefere aproximá-lo de certas correntes surrealistas. Independente de referências ou filiações, o autor parece desprezar os conceitos de realidade e identidade e criar um tempo único – e fascinante – em sua obra. É isso que se vê em Um ano, o diário de um narrador anônimo feito de apenas 12 entradas, sempre no primeiro dia de cada mês. Os episódios – independentes entre si – vão se tornando mais absurdos à medida que a leitura avança e revelam uma imaginação desenfreada, numa prosa simples e funcional.

Em O jogo de Sade, o espanhol Miquel Esteve apresenta uma espécie de thriller erótico. Mergulhando na trama, porém, o leitor não tarda a perceber a inquietude moral e os questionamentos filosóficos contidos nas entrelinhas do romance. Na história, Javier é um empresário em processo de falência. A crise econômica, porém, é apenas o estopim que leva o protagonista a questionar sua própria visão de mundo, seu casamento, já em ruínas, e sua relação com a filha. Uma noite, em busca de uma experiência diferente, Javier acaba descobrindo uma espécie de entidade que visa a perpetuar o espírito libertino do marquês de Sade e a partir daí se vê envolvido num jogo sensual e perigoso movido a práticas sexuais extremas.

Coletânea de crônicas publicadas na imprensa por Roberto DaMatta, Brasileirismos traz mais de uma centena de textos que perpassam de grandes questões nacionais a singelas reminiscências, unindo o olhar aguçado do antropólogo, um dos principais representantes da segunda geração de intérpretes do Brasil, com a bagagem pessoal do autor. Em textos despretensiosos e salpicados de humor, DaMatta parte de situações e aspectos do cotidiano, como o cenário político, o futebol, as relações familiares e sociais, sempre provocando reflexões que vão além do texto jornalístico, de forma acessível para o grande público.

Uma janela na Praça Tiradentes, as reminiscências trazidas pelo casario do subúrbio, o anônimo que maneja uma pipa invisível, todos os dias, na esquina da Rua Mem de Sá. O Rio de Janeiro é cenário primordial para Na dobra do dia, primeiro livro de crônicas de Marcelo Moutinho, autor cuja delicadeza e zelo com a palavra desenham um estilo próprio, já evidente em três elogiados volumes de contos. 
Ao adotar o universo carioca como ponto de partida para sua lente de cronista, retoma um traço um tanto esquecido nos relatos atuais do gênero. Fazendo jus à tradição de João do Rio e Paulo Mendes Campos, Machado de Assis e Rubem Braga, Moutinho persegue as miudezas, as marcas ao rés do chão, a matéria ordinária dos dias — não apenas banal, mas traiçoeira. Cria relatos de lirismo ligeiro e de assombro, mas também registros atentos de costumes e personagens, fissuras na ordem do mundo, ironias ocultas no vaivém de encontros e desencontros, diapasões do cotidiano.
Não à toa, Na dobra do dia é dividido em duas partes — “Pequenos amores da armadilha terrestre” e “As ruas pensam”, frases retiradas de Paulo Mendes Campos e João do Rio, respectivamente. Quando não são as pulsações das ruas, é o espaço doméstico, com suas ciladas, que invade os textos. Os mistérios da casa vazia, o amor desmantelado, a nostalgia no chiado de um long-play. Ecos da memória — a algaravia dos carnavais da infância, a traição na escolha do time de futebol. Às vezes, as crônicas trazem também notícias de alhures. Como a chuva que cai sobre o México, invisível e desconcertante, pondo “um enfeite qualquer na tristeza”. Ou as semelhanças entre quem foi menino durante a ditadura militar, no Brasil e em outros países da América Latina.
Como no texto que dá título ao livro, Moutinho investe no espaço fugidio, na “hora imprecisa”, no instante em que “a cidade é borda”. Traço inequívoco de sua literatura, a melancolia dá o tom dos relatos. Mas também um humor fino e surpreendente, forjado na descontração dos bares e na perspicácia dos sambas antigos, a nos lembrar que chope de verdade é com colarinho e que, sim, há botequins que encerram um universo inteiro. São páginas onde a leveza é só disfarce, a revelar: é nas cenas inusitadas, fiapos quase invisíveis na trama da cidade, que pulsa a matéria densa da literatura.

Música, poesia, cartas, recados, bilhetes, crônicas e desenhos. É dessa mistura que nasce Desperdiçando rima, livro de estreia de Karina Buhr, lançamento do Fábrica 231, selo de entretenimento da Rocco. Com uma carreira consolidada na música, a cantora baiana que surgiu no cenário alternativo do Recife, vive em São Paulo e ganhou o Brasil com seu estilo forte e emblemático, mergulha nas letras, sem pretensão, para falar de amores, desilusões, refletir sobre a vida e o tempo, olhar para dentro e para o outro. Em meio aos textos, desenhos nos quais a figura feminina se destaca. Diferentemente do que o título sugere, Desperdiçando rima faz bom uso das palavras, deixando a critério de quem lê escolher a ordem de saborear uma apetitosa “sopinha de letras”, como define a autora.

Vocalista, baixista e cofundador da banda Kiss, Gene Simmons apresenta Eu, S.A. – Construa um exército de um homem só, liberte seu deus interior (do rock) e vença na vida e nos negócios, seu manual para o sucesso que chega às prateleiras pelo selo Fábrica231. Mais do que um artista talentoso, Simmons é um típico self made man e um empreendedor à frente de uma gama de negócios que vão de uma gravadora a uma rede de restaurantes, e a cabeça por trás da carreira de sucesso da banda, que soma quatro décadas de estrada e mais de 100 milhões de CDs e DVDs vendidos, além de produtos de merchandising.


Nutricionista especializada em programas de perda de peso, JJ Smith propõe uma dieta à base de sucos capaz de acionar o processo de perda de peso, aumentar o nível de energia e melhorar a disposição física e psicológica em Detox de 10 dias. Capaz de agradar ao mais exigente dos paladares, o livro traz mais de 100 receitas que ajudam a pôr em prática um estilo de vida mais saudável. Afinal, segundo a autora, ao utilizar os supernutrientes das folhas verde-escuras, os sucos verdes satisfazem as necessidades nutricionais de uma forma equilibrada e saborosa. Detox de 10 dias é um lançamento do novo selo de bem-estar da Rocco, Bicicleta Amarela.


E se os cachorros falassem? Em Sem coleira, o cartunista Rupert Fawcett dá voz aos cães em uma série de histórias em quadrinhos, flagrantes que divertem tanto os apaixonados por animais de estimação como os que não os possuem, mas são curiosos em relação a eles. Não importa o tamanho ou a raça, as tirinhas mostram os pensamentos caninos de forma bem-humorada em atitudes corriqueiras como marcar território, sair para um passeio, brincar, pedir carinho ou simplesmente ficar parado dentro de casa. O autor mostra ainda como os cachorros se relacionam entre eles, a interação com os donos e as estratégias muitas vezes “maquiavélicas” para chamar a atenção ou conquistar espaço. Impossível não se divertir e emocionar com as simpáticas “bolas de pelo” retratadas com sensibilidade em Sem coleira.

Seattle, 1933. Vera Ray dá um beijo no pequeno Daniel e, mesmo contrariada, sai para trabalhar. Ela odeia o turno da noite, mas o emprego de camareira no hotel garante o sustento de seu filho.
Na manhã seguinte, o dia 2 de maio, uma nevasca desaba sobre a cidade.
Vera se apressa para chegar em casa antes de Daniel acordar, mas encontra vazia a cama do menino. O ursinho de pelúcia está jogado na rua, esquecido sobre a neve.
Na Seattle do nosso tempo, a repórter Claire Aldridge é despertada por uma tempestade de neve fora de época. O dia é 2 de maio. Designada para escrever sobre esse fenômeno, que acontece pela segunda vez em setenta anos,
Claire se interessa pelo caso do desaparecimento de Daniel Ray, que permanece sem solução, e promete a si mesma chegar à verdade. Ela descobrirá, também, que está mais próxima de Vera do que imaginava.

Depois da morte de seu amigo, Sam parece um fantasma vagando pelos corredores da escola, o que não é muito diferente de antes. Ele sabe que tem que aceitar o que Hayden fez, mas se culpa pelo que aconteceu e não consegue mudar o que sente
Enquanto ouve música por música da lista deixada por Hayden, Sam tenta descobrir o que exatamente aconteceu naquela noite. E, quanto mais ele ouve e reflete sobre o passado, mais segredos descobre sobre seu amigo e sobre a vida que ele levava.
A PLAYLIST DE HAYDEN é uma história inquietante sobre perda, raiva, superação e bullying. Acima de tudo, sobre encontrar esperança quando essa parte parece ser a mais difícil.

Bia é uma professora de literatura, que estende seu amor pelos livros ao trabalho voluntário que faz no hospital onde o irmão é médico, lendo trechos de obras literárias clássicas para os pacientes. Casada com Rodrigo, ela leva uma vida tranquila, ainda que afetivamente incompleta. Após um grave acidente na serra de Petrópolis, Bia adquire o dom de enxergar a aura das pessoas. De uma forma inesperada, ela conhece Léo, um jovem estudante com uma aura brilhante e o mesmo gosto por livros antigos, que faz seu coração bater mais forte e ambos sentem como se já se conhecessem há séculos. A relação de amizade entre eles acaba se tornando um amor arrebatador. Impedidos de viver esse amor, Bia e Léo vão ter que enfrentar muitos dilemas até que o destino lhes dá duas opções: cada um seguir o seu caminho ou atender ao apelo da alma e do desejo e viver plenamente esse grande amor.

Neste segundo volume da Saga da Terra Conquistada, Mira, Holt, Zoey e Max embarcam numa jornada épica em busca da Torre Partida - um marco famoso e sombrio no meio do cenário mais perigoso do mundo: as Terras Estranhas. Os poderes de Zoey despertam, mas quem ela é continua sendo um mistério. Tudo o que ela sabe é que precisa chegar à Torre Partida. Os alienígenas, chamados pelos sobreviventes de Confederados, perseguem Zoey, e entre eles um novo grupo cujas intenções parecem diferir das dos demais. Para tornar tudo pior, o Bando - grupo que persegue Holt - também está nas Terras Estranhas, liderado por uma bela e ameaçadora pirata chamada Ravan. Assim como o primeiro amor de Mira, Benjamin Aubertine, cuja ambição desmedida para chegar à misteriosa Torre pode levar todos à morte. E há também as próprias Terras Estranhas, que inexplicavelmente começam a se expandir, tornando-se ainda mais poderosas e mortais. De alguma forma, tudo parece ligado à Zoey, e quanto mais perto da Torre mais enfraquecida ela parece ficar.


Sophia Amoruso passou a adolescência viajando de carona, furtando em lojas e revirando caçambas de lixo. Aos 22 anos ela havia se conformado em ter um emprego, mas ainda estava sem grana, sem rumo e fazendo um trabalho medíocre que assumiu por causa do seguro-saúde. Foi aí que Sophia decidiu começar a vender roupas de brechó no eBay. Oito anos depois, ela é a fundadora, CEO e diretora criativa da Nasty Gal, uma loja virtual de mais de 100 milhões de dólares, com mais de 350 funcionários. Além da história de Sophia, o livro cobre vários outros assuntos e prova que ser bem-sucedido não tem nada a ver com a sua popularidade; o sucesso tem mais a ver com confiar nos seus instintos e seguir a sua intuição. Uma história inspiradora para qualquer pessoa em busca do seu próprio caminho para o sucesso.

O Joy Division, desde que surgiu em 1976, mudou a cara da música. Padrinhos da atual cena alternativa, a banda reinventou o rock na era pós-punk, criando um som novo que iria influenciar artistas como U2, Morrissey, R.E.M., Radiohead e muitos outros ao redor do mundo. Este livro conta como foi a montanha-russa da história do Joy Division – as amizades e desavenças da banda, as brigas, os rompimentos; os ensaios, os shows e os personagens notáveis que constituíram uma parte vital da lenda por trás da banda -, aos olhos do seu lendário baterista, Peter Hook.