Resenha - Dumplin'

Título: Dumplin'
Título Original: Dumplin'
Livro Único
Autora: Julie Murphy
Editora: Valentina
Páginas: 336
Ano: 2017
Saiba mais: Skoob
Comprar: Extra // Amazon // Submarino

Absolutamente hilário e honesto.


Sinopse: . Gorda assumida, Willowdean Dickson (apelidada de Dumplin’ pela mãe, uma ex-miss) convive bem com o próprio corpo. Na companhia da melhor amiga, Ellen, uma beldade tipicamente americana, as coisas sempre deram certo... até Will arrumar um emprego numa lanchonete de fast-food. Lá, ela conhece Bo, o Garoto da Escola Particular... e ele é tudo de bom. Will não fica surpresa quando se sente atraída por Bo. Mas leva um tremendo susto quando descobre que a atração é recíproca. Ao contrário do que se imaginava – a relação com Bo aumentaria ainda mais a sua autoestima –, Will começa a duvidar de si mesma e temer a reação dos colegas da escola. É então que decide recuperar a autoconfiança fazendo a coisa mais surreal que consegue imaginar: inscreve-se no Concurso Miss Jovem Flor do Texas – junto com três amigas totalmente fora do padrão –, para mostrar ao mundo que merece pisar naquele palco tanto quanto qualquer magricela.

A TramaDumplin' traz um certo ar fresco ao mundo dos livros contemporâneos. Will, a protagonista, é totalmente original, divertida, e principalmente muito honesta. A trama parece simples no início, uma garota comum, com um trabalho comum, que tem um momento de insanidade e se inscreve em um concurso de beleza. Entretanto, Dumplin é muito mais do que parece, conseguindo trazer à tona inúmeros problemas comuns de autoestima sobre os quais ninguém realmente conversa, mas que todo mundo tem.
Ainda, apesar de eu ter me divertido muito lendo e ter gostado do final, devia avisar que alguns pontos no livro me irritaram um pouquinho, como as interações entre Will e as "novas amigas" dela, além de toda a obsessão com Dolly Parton, que eu não entendia ou achava interessante.

Quinta das Capas #97

Crianças

Hoje é Dia das Crianças e nada mais justo do que trazer um Quinta das Capas especial pra essa data. Capas com crianças podem variar das mais fofinhas às mais creepy (quem também tem mais medo de crianças assustadoras em filmes de terror do que de muito monstro por aí levanta a mão! \o/). Selecionei algumas para nós comentarmos hoje, a maioria de livros que já li, vamos conferir!


Começando com um clássico que eu gosto muito, essa edição de Alice é muito fofa! É um pocket de luxo em capa dura e, para mim, tudo nela funciona, deixando a coleção de qualquer leitor mais bonita (além dessa cena que ela ilustra trazer uma das citações mais icônicas do livro). Não podia deixar Harry Potter de lado, e trouxe uma das minhas capas favoritas da série. Tudo ali tem referência a momentos da história e acho incrível como o ilustrador conseguiu trazer tantos elementos da história para a capa sem deixá-la poluída. A capa de Mau Começo mostra perfeitamente a infelicidade que os irmãos Baudelaire estão vivendo no momento, e também ilustra uma das cenas do livro. Eu gosto como as ilustrações da série trazem esse tom mais antigo para as ilustrações, mantendo um tom simples na capa, mas ainda assim dizendo bastante sobre a história. Eu amo a capa de Crenshaw, a escolha de cores foi perfeita e ela também ilustra bem o sentimento passado pelo livro. É uma das capas mais bonitas e fofinhas que eu tenho na estante.

Notícias Literárias - Adaptação de Caixa de Pássaros terá a participação de John Malkovich



Resenha - Caixa de Pássaros

Título: Caixa de Pássaros
Título Original: Bird Cage
Autor: Josh Malerman
Editora: Intrínseca
Páginas: 272
Ano: 2015
Saiba mais: Skoob
Comprar: Amazon // Submarino

Não Abra os Olhos e Não Pare de Ler!!

Sinopse:
Romance de estreia de Josh Malerman, Caixa de pássaros é um thriller psicológico tenso e aterrorizante, que explora a essência do medo. Uma história que vai deixar o leitor completamente sem fôlego mesmo depois de terminar de ler. Basta uma olhadela para desencadear um impulso violento e incontrolável que acabará em suicídio. Ninguém é imune e ninguém sabe o que provoca essa reação nas pessoas. Cinco anos depois do surto ter começado, restaram poucos sobreviventes, entre eles Malorie e dois filhos pequenos. Ela sonha em fugir para um local onde a família possa ficar em segurança, mas a viagem que tem pela frente é assustadora: uma decisão errada e eles morrerão.

A Trama: Há cinco anos um surto atingiu a terra, as pessoas em diversos lugares do mundo se tornaram violentas de uma hora para outra, machucando os demais e culminando por acabar com a própria vida, depois de muita especulação os jornais anunciam que todos os envolvidos têm algo em comum - viram algo antes de enlouquecer. Malorie acaba de se mudar para uma casa nova com a irmã e se recusa a acreditar nas notícias e a se juntar a população em pânico. A premissa de Caixa de Pássaros é inquietante, é impossível não ficar extremamente curioso antes mesmo de começar a ler - a trama é simples mas muito criativa.

Lançamentos de Outubro #1

Oi, gente! Hoje finalmente daremos início aos lançamentos de outubro! Pra começar trouxe as editoras Rocco, Novo Conceito e Intrínseca. Alguns me deixaram curiosa, e vocês?

Vidas Muito Boas - J. K. Rowling - Rocco

“Como podemos aproveitar o fracasso?” “Como podemos usar nossa imaginação para melhorar a nós e os outros?”. J.K. Rowling responde essas e outras perguntas provocadoras em Vidas muito boas, versão em livro do famoso discurso de paraninfa da autora da série Harry Potter na Universidade de Harvard, que chega às livrarias brasileiras no dia 7 de outubro. Baseado em histórias de seus próprios anos como estudante universitária, a autora mundialmente famosa aborda algumas das mais importantes questões da vida com perspicácia, seriedade e força emocional. Um texto cheio de valor para os fãs da escritora e surpreendente para todos que buscam palavras inspiradoras.


Em Dorothy tem que morrer, Amy Gumm é uma garota do Kansas levada por um tornado para o mundo encantado de Oz. O que ela encontra por lá, porém, é uma paisagem bem diferente da descrita no clássico de L. Frank Baum, governada com mão de ferro por uma certa Dorothy Gale. Para fazer de Oz uma terra livre novamente, Amy precisa remover o coração do homem de lata, roubar o cérebro do espantalho e tomar a coragem do leão. E aí Dorothy morreria. Mas, em A ascensão do mal, aguardada sequência da série de Danielle Paige, ela continua viva. E o passado de Oz guarda muitos segredos que Amy ainda desconhece. Em quem ela poderá confiar para cumprir sua missão?

Resenha - O Conto da Aia

Título: O Conto da Aia
Título original: The Handmaid's Tale
Autor: Margaret Atwood
Editora: Rocco
Páginas: 368
Ano: 2017 
Saiba Mais: Skoob
Comprar: Amazon // Saraiva // Submarino

Que livro!

SinopseEscrito em 1985, o romance distópico O conto da aia, da canadense Margaret Atwood, tornou-se um dos livros mais comentados em todo o mundo nos últimos meses, voltando a ocupar posição de destaque nas listas do mais vendidos em diversos países. Além de ter inspirado a série homônima (The Handmaid’s Tale, no original) produzida pelo canal de streaming Hulu, o a ficção futurista de Atwood, ambientada num Estado teocrático e totalitário em que as mulheres são vítimas preferenciais de opressão, tornando-se propriedade do governo, e o fundamentalismo se fortalece como força política, ganhou status de oráculo dos EUA da era Trump. Em meio a todo este burburinho, O conto da aia volta às prateleiras com nova capa, assinada pelo artista Laurindo Feliciano.

A TramaEm O Conto da Aia, após uma proliferação de DSTs, readiação e outros desastres, os Estados Unidos entraram em crise e a maioria das mulheres ficaram inférteis. Um grupo conseguiu derrubar o governo regente e se instaurou um regime totalitário teocrático, em que o governante agora é o Deus cristão e o povo segue apenas as "leis da Bíblia". As mulheres perderam todos os seus direitos mesmo antes do assentamento do caos (e quando eu digo todos, eu quero dizer TODOS), e foram divididas em grupos de acordo com o que elas conseguiriam fornecer para o atual governo. As aias são mulheres que ainda são férteis, e foram tomadas como propriedade do governo para serem designadas à casa de algum comandante e sua esposa com o único objetivo de procriar.
Esse é um livro angustiante de se ler, principalmente se você for mulher. Apesar de ser uma distopia, a autora usa situações que conseguimos identificar na história da humanidade, e também situações que conseguimos relacionar a algumas sociedades nos dias de hoje (e olha que o livro foi publicado originalmente em 1985). Acho que dentre as distopias que existem na literatura, essa é uma das mais assustadora e daquelas que não podemos deixar acontecer de jeito nenhum. O livro tem um final aberto de deixar roendo as unhas, que mesmo o capítulo extra (passado muitos anos depois) não conseguiu saciar minha curiosidade.

Top Comentarista - Outubro

Oi, gente! Tudo bem com vocês?

Gostei muito de vocês terem continuado comentando e bastante e participando do top em setembro, mesmo que não tenhamos postado tanto assim ❤️
Então, já que em setembro tivemos bem pouquinhas postagens, a distribuição dos pontos foi feita da seguinte maneira: 1 ponto para quem comentou em mais de 3 postagens; 2 pontos para quem comentou em mais de 5 postagens; e 3 pontos para quem comentou em todas as postagens válidas.
Vamos conferir agora todos os participantes e a pontuação de cada um!


Agora vamos ver quem levou o prêmio do R$40,00 do mês passado? E o vencedor é...

Eu Gostei e ela Não! #TayeLary

Ok, minha primeira vez nessa coluna... Vou tentar ser imparcial, por que quando se trata de coisas geeks, eu gosto - mesmo que não seja realmente bom. Esta coluna irá reunir livros lidos por mais de uma resenhista, mas que causaram opiniões muito diferentes!



                                    LARY                               X                                     TAY


  Selva de Gafanhotos

  • Eu gostei muito desse livro, não digo que cheguei a amar por que ele claramente tem defeitos - mas me atrai muito essas histórias inusitadas, principalmente se incluir animais revoltados, ou insetos gigantes. Só essa premissa já é o suficiente para eu amar - sim também amo os filmes do mesmo tipo como "Malditas Aranhas", "Pânico do Lago", "O Ataque dos Vermes Malditos" e etc.












  •  A Menina da Neve tem uma evolução lenta, mas eu acho que a "magia" do livro está justamente no clima bucólico do lugar, no cotidiano do casal e sua relação com a Menina da Neve.
  •  

  Cidade dos Ossos
  • Aqui precisamos de um adendo - independente de qualquer coisa, eu amo essa série e sim ela cheia de defeitinhos e estereótipos, mas ao longo dos anos, dos livros e spin offs, ela já tem um lugarzinho no meu coração. Cidade dos Ossos em particular é criativa, emocionante e completa - há romance (praticamente de todos os tipos, heterosexual,homosexual,inter-espécies e etc), há drama, mistério, ação, fantasia. Cassandra conduz o leitor de forma fluida e firme, por isso a leitura costuma ser rápida e prazerosa.






  • Por favor, não me odeiem mas eu não gostei de Como eu Era Antes de Você, depois de ler uns 5 livros do mesmo tipo eu percebi que não gosto de Sick Lit ou de literaturas parecidas... O romance é fofo, tudo bem - mas eu não vejo qual é a graça e o propósito de ver pessoas se derramando de amor e depois destruir o mundo delas! Quem tem prazer no sofrimento alheio? Eu não gosto de ver essas coisas, e não digo isso como uma pessoa sentada em um pedestal e ignorando o sofrimento alheio. Digo como quem já sofreu com pessoas muito próximas doentes, com perdas muito dolorosas minhas e de pessoas próximas a mim. Por que então, quando eu faço algo tão gratificante como ler, eu vou querer vivenciar isso novamente? Na minha opinião nenhum desses livros te dá algo em troca do sofrimento dos personagens e do próprio leitor. Não estou dizendo, claro, que ninguém pode ser tocado por esse tipo de leitura e que não pode mudar vidas. Mas eu acho que essas são leituras diferentes - há livros "sofridos" que te ensinam algo, acrescenta algo. Só que na minha opinião Como eu Era Antes de você não faz isso...Talvez só não seja pra mim - de novo, é só minha opinião.

  Os Três

  • Eu concordo que Os Três promete muito e não cumpre quase nada, mas eu acho que a trama geral desse livro só poderá ser entendida depois que todos os livros forem lançados. Eu espero que Sarah esteja tentando fazer um quebra cabeça, e que o final seja se não memorável, no mínimo de acordo - mas infelizmente é só isso que posso falar em defesa de Os Três.











  • Eu achei o início do livro até interessante, mas o desenvolvimento dele foi tomando rumos muito esquisitos até para o meu gosto. Eu não gostei do protagonista e foi um sacrifício aguentar ficar na cabeça dele (já que ele é o narrador). A leitura foi tão difícil que eu cheguei ao ponto de começar a pular capítulos e, no fim, acabei abandonando a leitura mesmo.
                      A Menina da Neve


  • Para mim, A Menina da Neve não tem evolução nenhuma, na verdade. O mistério da menina me manteve interessada até o final, mas no fim a leitura foi bem frustrante, pois nada realmente aconteceu e eu fiquei entediada quase que a leitura inteira.











  • Em minha defesa, eu gostei desse primeiro livro. Apesar de ter demorado bastante para concluir a leitura, eu gostei, só não achei nada de mais. Meu maior problema é que achei a narrativa da Cassandra Clare cansativa, e acabei abandonando o segundo livro na metade, mas pretendo dar uma segunda chance pra série algum dia. 
  Como Eu Era Antes de Você 
  • Eu entendo o motivo de algumas pessoas não gostarem de Como Eu Era Antes de Você, mas ele tem sim algumas mensagens poderosas para passar, mesmo que não sejam fáceis de aceitar. Ele fala sobre se encontrar e aprender a viver o melhor da vida, e também a respeitar as escolhas dos outros, principalmente alguém na situação de Will, por mais doloroso que isso seja. Esse é aquele tipo de livro que cada leitor vai interpretar certas coisas de formas diferentes após a leitura, pro bem ou pro mal.































  • Os Três tem uma premissa interessante, mas a forma como o livro é escrito fez com que o desenvolvimento da história não fosse tudo isso. O final me desapontou um pouco e, apesar de na época que li eu achar que fosse livro único, não fiquei interessada em ler as continuações, ainda mais depois de tanto tempo.


Do Livro pra Panela - Focaccia de Azeite


 


Ok, eu vou trapacear, normalmente essa coluna é compostas por receitas citadas em livros ou de pratos inspiradores mencionados nos mesmos. No meu caso, meu livro não se encontra em nenhuma dessas opções, mas como gostei muito dele resolvi trazer um pouco mais para vocês! leia a resenha aqui!


Seguindo o nível de facilidade do livro - por conselhos de minha amada mãe, vamos começar pelos mais fáceis, então decidi fazer a Focaccia de Azeite.







Pilha de Leitura da Tay #31

Apesar de não estar lendo muito ultimamente, precisava vir aqui dar uma atualizada na minha pilha, não é mesmo?!

A Última Pilha: 


Finalmente consegui terminar O Fio Dourado! Apesar de não ser o melhor da trilogia, valeu a pena ler. Paola é um livro nacional bem interessante. A Zona Morta apesar de não aproveitar bem os dois plots principais, é um ótimo livro que vale a pena ler, principalmente se você for fã do autor. Outro do King, A Hora do Lobisomem não trás nada de novo, mas também é uma boa pedida para dos fãs do autor.

O Pior da Pilha: Fico feliz em dizer que nenhum se encaixa no título de "pior".
O Melhor da Pilha: Apesar dos pesares, A Zona Morta foi o melhor entre esses.

Resenha - Pão Quente

Título: Pão Quente

Autor: Jessamyn Waldman Rodriguez
Editora: Cia das Letras
Páginas: 304
Ano: 2017
Saiba mais: Skoob
Comprar: Amazon //  Americanas

Livro Delícia!!

Sinopse: A Hot Bread Kitchen não é uma padaria comum. Sediada no East Harlem (também conhecido como El Barrio), tem padeiras vindas de todas as partes do mundo. Com a real missão de ajudar mulheres imigrantes a desenvolver suas habilidades e a se recolocar no mercado de trabalho, o estabelecimento é um modelo único que combina incubadora e programa de treinamento. O resultado são receitas ricas em cultura, que reforçam a importância do pão nas mais diferentes tradições culinárias. Pão quente nasceu a partir dessa grande mistura e reúne pratos típicos de ao menos vinte países, incluindo uma receita de pão de queijo exclusiva da edição brasileira. Recheado de técnicas e truques, este livro permite que até mesmo os mais inexperientes reproduzam em casa estas receitas de sucesso — dos elementares pães sem fermento aos mais elaborados chalés trançados.

As receitas: Como já exemplifica o nome, a maioria das receitas trata de pão - chatos, doces, salgados, recheados, etc, De todos os tipos e de várias nacionalidades, além disso o livro também mostra receitas de acompanhamento para alguns pães, como guacamole, café, chocolate quente e até curry. O livro ainda inclui dicas de preparo para panificação e informações e indicações de uso para os utensílios envolvidos. Há também pequenas cronicas entre as receitas, que contam a opinião ou vivência da escritora na vida e no mundo da panificação.

O Livro é Melhor? O Apanhador de Sonhos

Em "O Livro É Melhor?" vamos comparar alguns livros às suas adaptações, sejam filmes ou séries de tv, e explicar um pouquinho sobre suas diferenças para, no final, escolher um vencedor!

Olá, Olá, vamos comentar hoje do excêntrico e único " O Apanhador de Sonhos" de Stephen King você pode conferir a resenha aqui.



O LIVRO

  • No interior do Maine, um grupo de amigos vê uma criança ser atormentada por um bando de adolescentes, e o salvam. Como agradecimentos Duddits - uma criança especial lhes dá poderes peculiares, entre eles um sexto sentido e a habilidade de telepatia.
  • Quando cresce o grupo se afasta um pouco mas continua a manter um encontro anual. Em uma cabana na floresta alguns deles já estão reunidos e recordando Duddits quando se deparam com um caçador passando mal de uma doença estranha e misteriosa.
  • Enquanto a doença vai evoluindo, temos a introdução do problema principal do livro - do qual não vou dar spoilers e a volta de Duddits já adulto.
  • No livro King faz questão de elaborar e explicar muito bem o ecossistema da doença, o que é muito interessante. Normalmente eu não me importo que uma trama desafie a lógica, dês que tenha sua lógica própria.
  • O final do livro é simples de certa forma e pra lá de esquisito, mas faz um "sentido King" e eu gostei.


O FILME

  • Inicialmente a adaptação está muito boa, adequada ao livro tanto no ambiente quanto nos personagens.
  • Ok, até aqui tudo bem, claro que eles cortam um pouco toda a convivência que solidificou o laço de amizade do grupo, por que o filme tem um limite de tempo, mas até aí foi fidedigno e razoável para uma adaptação cinematográfica.
  • É a partir dessa parte que o o filme começa a tomar caminhos estranhos e até um tanto maçantes, principalmente em relação aos militares, e ações do Sr Cinza. Acho que esqueci de comentar, mas a referência á "Alien" é deliciosa - mas sou suspeita, é umas das minhas franquias preferidas.
  • O filme esquece completamente de fazer sentido e só mostra a "maré vermelha" se alastrando e teoricamente espalhando a doença por aí. A única coisa que fica explicito é o perigo da incubação e como ela acontece de fato.
  • Bom, é aqui que a porca torce o rabo, perde a circulação, necrosa e cai...por que olha... Além de inventar acontecimentos, o diretor praticamente muda o cerne da trama com um final tosco, pobre e um tanto sem nexo.

Resenha - Sempre Vivemos no Castelo


Título: Sempre Vivemos no Castelo
Título Original: We Have Always Lived in the Castle
Autora: Shirley Jackson
Editora: Suma de Letras
Páginas: 200
Ano: 2017
Saiba mais: Skoob
Comprar: Amazon // Submarino // Saraiva 

Uma leitura peculiar.

Sinopse: 
Merricat Blackwood vive com a irmã Constance e o tio Julian. Há algum tempo existiam sete membros na família Blackwood, até que uma dose fatal de arsênico colocada no pote de açúcar matou quase todos. Acusada e posteriormente inocentada pelas mortes, Constance volta para a casa da família, onde Merricat a protege da hostilidade dos habitantes da cidade. Os três vivem isolados e felizes, até que o primo Charles resolve fazer uma visita que quebra o frágil equilíbrio encontrado pelas irmãs Blakcwood. Merricat é a única que pressente o iminente perigo desse distúrbio, e fará o que for necessário para proteger Constance. 
Sempre vivemos no castelo leva o leitor a um labirinto sombrio de medo e suspense, um livro perturbador e perverso, onde o isolamento e a neurose são trabalhados com maestria por Shirley Jackson.

A Trama: Mais do que "um livro perturbador e perverso", conforme adianta a sinopse de Sempre Vivemos no Castelo, acredito que esse é um livro bastante psicológico
Num primeiro momento a história causa uma grande estranheza, no entanto, com o passar das páginas você percebe que essa estranheza se dá porque a história nos é apresentada sob o ponto de vista de Marricat - e a jovem tem uma visão um tanto quanto peculiar das coisas. 
Esse não é um tipo de obra muito comum, e em muitos momentos me vi pensando "que p#$%* é essa" - mas se você se der a oportunidade, vale a leitura. 

Promoção - A Melodia Feroz

Olá! Quem ficou com saudade de promoção?
Eu fiquei, então já estava mais do que na hora de começar uma nova. Dessa vez, estamos sorteando um livro que eu adorei, bem original, e aposto que muita gente vai gostar.
É sobre duas pessoas completamente opostas que acabam cruzando os caminhos uma da outra. Se você quiser saber mais ou ficou curioso, falo bastante sobre o livro na minha resenha.


Resenha - A Garota do Cemitério

Título: A Garota do Cemitério
Título original: Cemetery Girl
Série: Os Impostores
Livro 1 - A Garota do Cemitério
Livro 2 - A Inheritance (2015 US)
Livro 3 - A Haunted (2017 US)
Autor:
Editora: Valentina
Páginas: 128
Ano: 2017 
Saiba Mais: Skoob
Comprar: Amazon // Shoptime

Sinopse: Ela adotou o nome Calexa Rose Dunhill, inspirada numa lápide do sombrio ambiente em que acordou, ferida e apavorada, sem qualquer lembrança de sua identidade, de quem a jogou lá para morrer ou mesmo do porquê. Fez do cemitério o seu lar, vivendo escondida numa cripta. Mas Calexa não pode se esconder dos mortos – e, quando descobre que possui a estranha capacidade de ver as almas se desprenderem de seus corpos... Então, certa noite, Calexa presencia um grupo de jovens praticando uma sinistra magia. Horrorizada, testemunha o ato insano que eles cometem. Quando o espírito da vítima abandona o corpo, ele entra em Calexa, atormentando sua mente com visões e lembranças que parecem não ser dela. Agora, Calexa deve tomar uma decisão: continuar escondida para se proteger – afinal, alguém acredita que ela está morta – ou sair das sombras para trazer justiça ao angustiado espírito que foi até ela em busca de ajuda?

 A Trama: Inicialmente sem nome, uma garota é "desovada" no cemitério em uma noite chuvosa. Apesar da amnésia e do mal estar, ela está viva e consideravelmente bem. Com a intenção de se manter assim, ela resolve se esconder de seu algoz no mesmo cemitério em questão. Quando testemunha um crime grave, ela se sente dividida entre se esconder e fazer justiça. Ok, eu não sei o que esperava exatamente dessa HQ. Estava empolgada (por que sempre fico com qualquer coisa do tipo), mas trama é satisfatória, embora deixe uma sensação incompleta.




Lançamentos de Setembro #1

Oi, gente! Hoje começamos com os lançamentos de setembro (que trás novas edições de Harry Potter!!!), com as editoras Rocco, Valentina e Intrínseca. Algum entrou na lista de vocês?

Vulgo Grace - Margaret Atwood - Rocco

Em Vulgo Grace, a canadense Margaret Atwood comprova, mais uma vez, porque bateu recentemente nomes como Gabriel García Márquez e Ian McEwan na disputa pelo prestigiado Prêmio Príncipe das Astúrias de Letras 2008 pelo conjunto de sua obra. A partir do caso real de uma mulher canadense da década de 1840, Atwood tece uma história de sensualidade, crueldade e mistério, cuja protagonista envolve o leitor num enigma desafiador. A autora recupera a trajetória de Grace Marks, uma criada condenada à prisão perpétua por ter ajudado a assassinar o patrão e a go­ver­nanta da casa em que trabalhava. Atwood estimula os leitores a formarem sua própria opinião sobre a as­sas­sina e, com a sutileza que lhe é característica, deixa subenten­didos importantes aspectos da trajetória da protagonista. Da autora, a Rocco já publicou oito obras, entre elas Assassino cego, livro que deu a Atwood o prêmio Booker Prize.


Quando a chuva aflige o vilarejo de Véu-Vale pelo terceiro dia consecutivo, as ruas iluminadas por tochas ficam desertas; as janelas, uma a uma, se fecham; nesses dias, quem caminha pelas ruas de Véu-Vale caminha sozinho. Em O coletor de Espíritos, novo romance de Raphael Draccon, um dos principais nomes da literatura de fantasia nacional, Gualter Handam, antigo morador do vilarejo e hoje um psicólogo prestigiado, se vê obrigado a retornar ao local que povoa seus pesadelos. Depois de tantos anos, ele terá de encarar antigos fantasmas e enfrentar uma força desconhecida e furiosa, numa jornada de sacrifício e redenção que poderá finalmente libertar todo um povo das garras do medo.

Resenha - O Beijo do Vencedor

Título: O Beijo do Vencedor
Título Original: The Winner's Kiss
Série: Trilogia do Vencedor
1 - A Maldição do Vencedor (2016)
2 - O Crime do Vencedor (2016)
3 - O Beijo do Vencedor (2017)
Autora: Marie Rutkoski
Editora: Plataforma21
Páginas: 448
Saiba mais: Skoob
Comprar: Amazon // Submarino // Americanas

Um final eletrizante.
Aviso: Essa resenha não contém spoilers dos livros anteriores, exceto na sinopse.

Sinopse: A guerra começou. Arin está à frente dela com novos aliados e o império como inimigo. Embora tenha convencido a si mesmo de que não ama mais Kestrel, Arin ainda não a esqueceu. Mas também não consegue esquecer como ela se tornou o tipo de pessoa que ele despreza. A princesa se importava mais com o império do que com a vida de pessoas inocentes – e, sem dúvida, menos ainda com ele. Pelo menos é o que Arin pensa.
Enquanto isso, no gélido norte, Kestrel é prisioneira em um campo de trabalhos forçados. Ela deseja desesperadamente escapar. Deseja que Arin saiba o que sacrificou por ele. E deseja fazer com que o império pague pelo que fizeram a ela. Mas ninguém consegue o que quer apenas desejando.
Conforme a guerra se intensifica, Kestrel e Arin descobrem que o mundo já não é mais o mesmo. O oriente está contra o ocidente, e os dois se encontram no meio de tudo isso. Com tanto a perder, é possível alguém realmente ser o vencedor?

A Trama: É muito difícil falar sobre a trama sem dar spoilers, já que a situação dos personagens muda drasticamente a cada livro. Se você quer uma resenha de quatro palavras, aí vai: Leia-este-livro-agora. É só o que você precisa saber, honestamente.
Não conseguiria imaginar uma conclusão melhor para essa série. O livro consegue reunir as melhores partes dos dois volumes anteriores: romance explosivo, batalhas épicas, intriga política e muito desenvolvimento dos personagens. Na verdade, há tanta história nessas 400 e poucas páginas que o livro parecia ser muito maior!

A minha parte favorita na trama foi a maneira como a autora conseguia mudar a perspectiva exatamente quando as coisas chegavam no ápice. Você está lá, lendo uma cena envolvente, morrendo de vontade de saber o que vai acontecer e BAM, a autora muda para a visão de outro personagem que nem está naquele local. Mas não se preocupe, todos os personagens estão envolvidos em tramas interessantes, então você fica ao mesmo tempo louco pra saber o que vai acontecer e aliviado por descobrir o que está acontecendo em outra parte daquele mundo.

Resenha - Jane Austen Roubou Meu Namorado

Título: Jane Austen Roubou meu namorado
Título original: Jane Austen Stole My Boyfriend
Autor: Cora Harrison
Editora: Rocco Jovens Leitores
Páginas: 288
Ano: 2017 
Saiba Mais: Skoob
Comprar: Amazon // Shoptime // Americanas

Sinopse: Baseado nos diários da escritora Jane Austen na adolescência, este divertido romance juvenil é uma história de aventura, mistério, fofocas e, claro, flertes e paixões. Uma das autoras mais queridas em todo o mundo, cujo bicentenário de morte ocorre este ano, Jane Austen (1775-1817) segue arrebanhando uma legião de fãs em pleno século XXI com romances nos quais retrata a sociedade inglesa de sua época com precisão e ironia. Em Jane Austen roubou meu namorado, a escritora irlandesa Cora Harrison recria, para os jovens de hoje, a atmosfera dos livros da própria Jane Austen mesclando ficção e dados reais, a partir dos diários da autora de Orgulho e preconceito. O livro retrata as peripécias amorosas da futura escritora, que já se considerava uma especialista em assuntos do coração, e de sua prima Jenny.

A Trama: Jenny Cooper está apaixonada! O capitão Thomas Willians é tudo que um homem deveria ser e está igualmente apaixonado por ela. Ambos desejam se casar, porém o irmão e tutor de Jenny, Edward (e sua perniciosa esposa Augusta), faz de tudo para impedir tal ato. Ao passar um tempo com os tios, nos encontramos com a famosa prima de Jenny -  ninguém mais, ninguém menos que Jane Austen! A trama é relativamente padronizada aos próprios livros de Jane, e conseguimos sentir a modernidade imposta por Cora na Inglaterra Vitoriana, mas é suave e cria um "romantismo" agradável.

Top Comentarista - Setembro

Oi, gente! Tudo bem com vocês?

Todas nós ficamos impressionadas e bem felizes com todas as inscrições no top de agosto e que quase todo mundo comentou na maioria dos posts. Continuem assim nos próximos meses, please! ❤️
Em agosto o blog continuou com poucas postagens, então a pontuação foi feita da seguinte maneira: 1 ponto para quem comentou em mais de 3 postagens; 2 pontos para quem comentou em mais de 10 postagens; e 3 pontos para quem comentou em todas as postagens, esquecendo no máximo uma.
Vamos conferir agora todos os participantes e a pontuação de cada um!


Como eu disse, tivemos muitas participações! \o/
Agora vamos ver quem levou o prêmio do R$40,00 do mês passado? E o vencedor é...

Resenha - Nunca Jamais - parte dois


Título: Nunca Jamais - parte dois
Título Original: Never, Never: part two
Série: Never, Never
1- Nunca Jamais (2016)
2- Nunca Jamais - parte dois (2017)
3- Never, Never - Part Three (2016 US)

Autoras: Colleen Hoover e Tarryn Fisher
Editora: Galera
Páginas: 144
Ano: 2017
Saiba mais: Skoob
Comprar: Amazon // Submarino // Saraiva 

Levar um ano para publicar a continuação dessa série é uma tremenda maldade com os leitores!

Sinopse: 
A segunda parte do suspense romântico de tirar o fôlego “Nunca Jamais” Um garoto abre os olhos e sequer se lembra que seu nome é Silas. O telefone toca... “Encontrou ela?”, pergunta a voz do outro lado da linha. Quem é ela? Quem sou eu? Charlie se vê presa em um lugar parecido com quartos de hospital (ou de um manicômio). Também não se lembra de nada, nem sequer do próprio rosto. O tempo passa e ninguém vem salvá-la. Ela precisa escapar por conta própria. Aos poucos, os dois descobrem que vêm perdendo a memória em períodos cíclicos. E também que se amam imensamente. Numa corrida para descobrir a razão dos apagões em suas memórias, Silas e Charlie acabam descobrindo muito mais sobre si e os mistérios que envolvem suas famílias. Mas muito em breve vão esquecer tudo de novo. E precisam estar juntos para evitar o pior.

A Trama: Mais uma vez, preciso ressaltar que falar sobre a trama de Nunca Jamais é bastante complicado, afinal, em um livro tão curto, qualquer pequeno detalhe é um grande spoiller
O que posso dizer é que a obsessão de não poder para para respirar antes de chegar ao final foi a mesma que senti durante a leitura da primeira parte da história - porém, a raiva que senti ao final, quando me dei conta de que a continuação só será lançada ano que vem, foi bem maior. 

Lançamentos de Agosto #3

Oi, gente! Finalizando os lançamentos de agosto, hoje vamos conferir o que está saindo pelas editoras Intrínseca, Planeta, Globo Alt e Ler Editorial. Algum anotado na lista de vocês?

Hoje Vai Ser Diferente - Maria Semple - Intrínseca

Eleanor Flood sabe que sua vida está uma bagunça. Mas hoje vai ser diferente. Hoje ela vai tomar banho e vestir roupas decentes. Vai à aula de ioga depois de deixar seu filho Timby na escola. Vai almoçar com uma velha amiga. Não vai suar. Vai transar com o marido Joe. Mas antes que possa colocar seu humilde plano em ação... a vida a surpreende e ela é forçada a abandonar suas humildes ambições e acordar para um novo e inesperado futuro.
Hoje Timby decidiu fingir que está doente para passar algum tempo na companhia da mãe. Também é o dia em que o cirurgião Joe decidiu avisar à sua recepcionista — e não à sua esposa — que está de férias. E quando parece que as coisas não podem mais dar errado, um antigo colega de trabalho de Eleanor desenterra uma relíquia do passado: páginas que contam um dos segredos mais bem guardados de Eleanor.
De autoria da maravilhosa e premiada Maria Semple, Hoje vai ser diferente é uma história hilária e otimista sobre uma mulher que acorda determinada a ser a melhor versão de si mesma.


Molly já viveu muitas paixões, mas só dentro de sua cabeça. E foi assim que, aos dezessete anos, a menina acumulou vinte e seis crushes. Embora sua irmã gêmea, Cassie, viva dizendo que ela precisa ser mais corajosa, Molly não consegue suportar a possibilidade de levar um fora. Então age com muito cuidado. Como ela diz, garotas gordas sempre têm que ser cautelosas.
Tudo muda quando Cassie começa a namorar Mina, e Molly pela primeira vez tem que lidar com uma solidão implacável e sentimentos muito conflitantes. Por sorte, um dos melhores amigos de Mina é um garoto hipster, fofo e lindo, o vigésimo sétimo crush perfeito e talvez até um futuro namorado. Se Molly finalmente se arriscar e se envolver com ele, pode dar seu primeiro beijo e ainda se reaproximar da irmã.
Só tem um problema, que atende pelo nome de Reid Wertheim, o garoto com quem Molly trabalha. Ele é meio esquisito. Ele gosta de Tolkien. Ele vai a feiras medievais. Ele usa tênis brancos ridículos. Molly jamais, em hipótese alguma, se apaixonaria por ele. Certo?
Em Os 27 Crushes de Molly, a perspicácia, a delicadeza e o senso de humor de Becky Albertalli nos conquistam mais uma vez, em uma história sobre amizade, amadurecimento e, claro, aquele friozinho na barriga que só um crush pode provocar.

Resenha - A Hora do Lobisomem

Título: A Hora do Lobisomem
Título original: Cycle of the Werewolf
Autor: Stephen King
Editora: Suma de Letras
Páginas: 152
Ano: 2017 
Saiba Mais: Skoob
Comprar: Amazon // Saraiva // Submarino

SinopseUMA CRIATURA CHEGOU A TARKER’S MILLS. A HORA DELA É AGORA, O LUGAR DELA É AQUI
O primeiro grito veio de um trabalhador da ferrovia isolado pela neve, enquanto as presas do monstro dilaceravam sua garganta. No mês seguinte, um grito de êxtase e agonia vem de uma mulher atacada no próprio quarto. Agora,a cada vez que a lua cheia brilha sobre a cidade de Tarker’sMill, surgem novas cenas de terror inimaginável. Quem será o próximo? Quando a lua cresce no céu,um terror paralisante toma os moradores da cidade. Uivos quase humanos ecoam no vento. E por todo lado as pegadas de um monstro cuja fome nunca é saciada. Um clássico de Stephen King,com as ilustrações originais de Bernie Wrightson.

A TramaO livro segue os ataques de um lobisomem como se fosse um calendário, de janeiro a dezembro, cada capítulo sendo um mês do ano. No começo, são apenas ataques aleatórios, que acontecem de forma rápida sem permitir que o leitor crie laços com aqueles personagens, e tudo fica mais assustador com a adição das ilustrações, que foram minha parte favorita do livro. Um plot realmente se cria quando conhecemos Marty Coslaw, um garotinho paraplégico de 10 anos que conseguiu sobreviver ao ataque da "besta". Um dos pontos fracos do livro é que fica bem óbvio quem é o lobisomem antes do que deveria, mesmo sendo uma história bem curta, então a única coisa que me manteve interessada na história até o final foi a curiosidade em saber qual seria o desfecho daquilo tudo.