Lançamentos de Setembro #1

Oi, gente! Hoje começamos com os lançamentos de setembro (que trás novas edições de Harry Potter!!!), com as editoras Rocco, Valentina e Intrínseca. Algum entrou na lista de vocês?

Vulgo Grace - Margaret Atwood - Rocco

Em Vulgo Grace, a canadense Margaret Atwood comprova, mais uma vez, porque bateu recentemente nomes como Gabriel García Márquez e Ian McEwan na disputa pelo prestigiado Prêmio Príncipe das Astúrias de Letras 2008 pelo conjunto de sua obra. A partir do caso real de uma mulher canadense da década de 1840, Atwood tece uma história de sensualidade, crueldade e mistério, cuja protagonista envolve o leitor num enigma desafiador. A autora recupera a trajetória de Grace Marks, uma criada condenada à prisão perpétua por ter ajudado a assassinar o patrão e a go­ver­nanta da casa em que trabalhava. Atwood estimula os leitores a formarem sua própria opinião sobre a as­sas­sina e, com a sutileza que lhe é característica, deixa subenten­didos importantes aspectos da trajetória da protagonista. Da autora, a Rocco já publicou oito obras, entre elas Assassino cego, livro que deu a Atwood o prêmio Booker Prize.


Quando a chuva aflige o vilarejo de Véu-Vale pelo terceiro dia consecutivo, as ruas iluminadas por tochas ficam desertas; as janelas, uma a uma, se fecham; nesses dias, quem caminha pelas ruas de Véu-Vale caminha sozinho. Em O coletor de Espíritos, novo romance de Raphael Draccon, um dos principais nomes da literatura de fantasia nacional, Gualter Handam, antigo morador do vilarejo e hoje um psicólogo prestigiado, se vê obrigado a retornar ao local que povoa seus pesadelos. Depois de tantos anos, ele terá de encarar antigos fantasmas e enfrentar uma força desconhecida e furiosa, numa jornada de sacrifício e redenção que poderá finalmente libertar todo um povo das garras do medo.


Depois de Por um toque de ouro, em que Emily O’Connell, herdeira de um império fashion, descobre ter o dom da sorte e fazer parte de uma rara linhagem Leprechaun, e Por um toque de sorte, em que é levada para o centro de um esquema perigoso e cruel por alguém que está se apropriando de seu dom, a jovem protagonista da Trindade Leprechaun, trilogia de fantasia contemporânea inspirada nas lendas irlandesas, luta para recuperar o que é seu em Por um toque de magia. E enquanto retoma o controle sobre seu próprio destino, Emily acaba se apaixonando, no emocionante desfecho da série, repleto de fantasia e romance.


Ellie Kolstakis tem 21 anos, ótimas amigas, uma boa situação financeira, está terminando a faculdade de Literatura Inglesa e ainda é... virgem. Mas ela está decidida a mudar isso até a sua formatura. Afinal, ela não escolheu esperar até o casamento, muito menos possui restrições religiosas ou está à procura de um príncipe encantado. O fato é que Ellie simplesmente não tem sorte quando o assunto é amor e sexo. Decidida a virar o jogo nos quatro meses que restam até se formar, a jovem divide seu tempo entre o trabalho de conclusão de curso, depilações inusitadas, seu blog, festas, conselhos de amigas e até mesmo tutoriais constrangedores no YouTube, envolvendo-se em situações mirabolantes e, claro, hilárias, da primeira à última página.


Movido pela convicção de que a pintura não se limita a capturar a emoção da vida, podendo ser ela própria emoção, Julian Barnes demonstra que a reflexão sobre a arte também pode ser uma forma de arte. Faz isso com tal brilhantismo que o leitor jamais verá a arte com os mesmos olhos, depois de acompanhá-lo nesta viagem pelo mundo da pintura.

Já vai longe o tempo em que se acreditava ingenuamente que a arte dispensava explicações e que uma pintura não deveria ser analisada, mas simplesmente apreciada, pois isso só foi verdade enquanto a arte tomava como referência apenas a natureza. Contudo, a partir de meados do século XIX, quando a arte passou a dialogar mais com ela mesma do que com o mundo exterior, os explicadores se fizeram necessários. Hoje os cursos livres sobre história da arte se multiplicam, os catálogos dos museus se transformaram em verdadeiros livros, as visitas guiadas são mais populares do que nunca, sendo ainda complementadas pelos audioguias e os aplicativos para celulares. Todos estes dispositivos são destinados a orientar o visitante leigo no desconcertante e aparentemente inescapável labirinto de tendências, escolas, estilos, correntes e vertentes artísticas capazes de desnortear qualquer um.

Neste universo caótico, Mantendo um olho aberto ilumina o leitor como um benfazejo raio de sol surgindo de súbito em um céu nublado. Julian Barnes brinda o leitor com uma série de ensaios que focalizam quase dois séculos de produção artística. Seu olhar arguto se detém sobre obras clássicas, como A balsa da Medusa, de Géricault, até os perturbadores nus de Lucien Freud, neto do inventor da psicanálise, e salta do cubismo à Pop Arte, de pintores badalados como Cézanne e Delacroix a mestres pouco populares, como Vuillard e Juan Gris. Ao demonstrar que a ambição maior da arte é renovar nossa visão de mundo, Julian Barnes renova nossa visão da arte.

Diretora de Comunicações do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados ACNUR, Melissa Fleming expôs a situação de Doaa Al Zamel pela primeira vez numa palestra do prestigiado ciclo de conferências TED. Agora, a história da jovem síria que sobreviveu ao naufrágio do barco pesqueiro em que tentava fugir do seu país devastado e chegar à Europa, salvando ainda a vida de uma criança confiada a ela pela mãe em seus últimos suspiros, chega às mãos dos leitores brasileiros. Uma esperança mais forte que o mar é o emocionante relato da trajetória de Doaa, hoje refugiada na ilha de Creta, e a luta pela sobrevivência de tantos emigrantes que arriscam suas vidas numa busca desesperada por paz e um futuro seguro.

Gostar de Ostras - Bernardo Ajzenberg - Rocco

Um jornalista solteiro e entediado de trinta e poucos anos e um espalhafatoso casal de franceses octogenários são os protagonistas do novo romance do prestigiado escritor, tradutor e jornalista Bernardo Ajzenberg. Em Gostar de Ostras, Marcel e Rachelyne Durcan invadem o cotidiano monótono de Jorge, seu vizinho, de forma semelhante à trepadeira que cresce desordenadamente no jardim do prédio onde moram, compensando sua presença caótica com uma flor roxa de beleza intensa. Com sua prosa ao mesmo tempo firme e sensível, Ajzenberg envolve o leitor com a história dessa amizade improvável, que levará os Durcan a revisitar seu passado difícil, incluindo os motivos que fizeram com que deixassem seu país, e que mostrará a Jorge que a vida pode ser mais desafiante e colorida do que ele se acostumou a imaginar.


A história do cérebro é a história do que somos. A forma como percebemos o mundo, as decisões que tomamos, as alterações no humor, tudo passa por um dispositivo central cheio de conexões que mudam a cada segundo. Contar em detalhes essa história é o desafio de Cérebro – Uma biografia, novo livro de David Eagleman, neurocientista e apresentador da série de TV da BBC The Brain, além de autor de Incógnito, que já abordava questões importantes sobre o assunto. Com uma linguagem acessível, que passa longe do texto científico clássico, a rotina do funcionamento do cérebro é apresentada como um resumo da experiência humana.
Em capítulos como Quem sou eu? e O que é a realidade?, Eagleman explica como as narrativas que conhecemos para a vivência cotidiana são mediadas pelo cérebro e como muito do que tratamos como natural depende desse filtro. Nossa própria noção de consciência está restrita a esses limites, deixando escapar uma infinidade de informações não processadas e possibilidades de expansão. Ele apresenta o mundo exterior como uma construção muito bem elaborada pelo cérebro a partir da produção de conexões geradas ao longo de toda a vida.
A relação dos sentidos com a resposta cerebral é um dos pontos altos do livro. Eagleman cita o caso de um homem que, depois de passar 40 anos cego, recupera a visão e simplesmente não consegue ver o mundo da mesma forma que nós enxergamos. As cores, a resposta à luz, tudo estava programado para uma outra realidade. Mas aí também entra a mágica cerebral, que aos poucos vai readaptando as ligações cognitivas e retornando com o padrão de experiências que conhecemos, como a noção espacial, a forma de objetos e rostos e ajustes de intensidade na iluminação.
O autor também elabora considerações sobre o futuro de nossa espécie, levantando questões de suas pesquisas sobre o desenvolvimento da atividade cerebral e do uso de dispositivos externos que intensifiquem nossas experiências. Passando pela robótica e pelos coletes sensoriais, Eagleman é um entusiasta da ampliação das potencialidades da nossa cognição.


Deveria ser só uma história para o público infantojuvenil. Mas, no mundo inteiro, gente de idades variadas lê Harry Potter – um fenômeno da literatura mundial que desafia crenças e estimativas. No ano em que a saga completa 20 anos de publicação, a Rocco apresenta os sete livros da série em capa dura com novas ilustrações e em formato maior do que o tradicional. Toda a magia da obra de J.K. Rowling, do jeito que os fãs sempre sonharam.
Harry Potter é um garoto cujos pais, feiticeiros, foram assassinados por um poderosíssimo bruxo quando ele ainda era um bebê. Ele foi levado, então, para a casa dos tios que nada tinham a ver com o sobrenatural. Pelo contrário. Até os 10 anos, Harry foi uma espécie de gata borralheira: maltratado pelos tios, herdava roupas velhas do primo gorducho, tinha óculos remendados e era tratado como um estorvo.
No dia de seu aniversário de 11 anos, entretanto, ele parece deslizar por um buraco sem fundo, como o de Alice no país das maravilhas, que o conduz a um mundo mágico. Descobre sua verdadeira história e seu destino: ser um aprendiz de feiticeiro até o dia em que terá que enfrentar a pior força do mal, o homem que assassinou seus pais. O menino de olhos verde, magricela e desengonçado, tão habituado à rejeição, descobre, também, que é um herói no universo dos magos, a única pessoa a ter sobrevivido a um ataque do tal bruxo do mal e essa é a causa da marca em forma de raio que ele carrega na testa. Ele não é um garoto qualquer, ele sequer é um feiticeiro qualquer; ele é Harry Potter, símbolo de poder, resistência e um líder natural entre os sobrenaturais. A fábula, recheada de fantasmas, paredes que falam, caldeirões, sapos, unicórnios, dragões e gigantes, não é, entretanto, apenas um passatempo.
Harry Potter conduz a discussões metafísicas, aborda o eterno confronto entre o bem e o mal, evidencia algumas mazelas da sociedade, como o preconceito, a divisão de classes através do dinheiro e do berço, a inveja, o egoísmo, a competitividade exacerbada, a busca pelo ideal - a necessidade de aprender, nem que seja à força, que a vida é feita de derrotas e vitórias e que isso é importante para a formação básica de um adulto.


Os Dursley estavam tão anti-sociais naquele verão, que tudo o que Harry queria era voltar às aulas da Escola de Bruxarias de Hogwarts. No entanto, quando já terminava de fazer suas malas, Harry recebe um aviso de um estranho chamado Dobby, que diz que um desastre acontecerá caso Potter decida voltar à Hogwarts. Harry não liga para aquela mensagem e o desastre realmente acontece. Naquele segundo ano estudando em Hogwarts, novos horrores surgem para atormentar Harry, incluindo o novo professor Gilderoy Lockhart e um espírito chamado Moaning Myrtle, que assombra o banheiro feminino, além de olhares indesejados da irmã mais nova de Ron Weasley, Ginny. Todos esses problemas, no entanto, parecem menores quando o verdadeiro problema começa e algo transforma os alunos de Hogwarts em pedra. Dentre os suspeitos: o próprio Harry. Descubra o fim desta aventura emocionante.


As aulas estão de volta a Hogwarts e Harry Potter não vê a hora de embarcar no Expresso a vapor que o levará de volta à escola de bruxaria. Mais uma vez suas férias na rua dos Alfeneiros, 4 foram tristes e solitárias. Tio Válter Dursley estava especialmente irritado com ele, porque seu amigo Rony Weasley tinha lhe telefonado. E ele não aceitava qualquer ligação de Harry com o mundo dos mágicos dentro de sua casa. A situação piorou ainda mais com a chegada de tia Guida, irmã de Válter. Harry já estava acostumado a ser humilhado pelos Dursley, mas quando tia Guida passou a ofender os pais de Harry, mortos pelo bruxo Voldemort, ele não aguentou e transformou-a num imenso balão. Irritado, fugiu da casa dos tios, indo se abrigar no Beco Diagonal.
Lá ele reencontra Rony e Hermione, seus melhores amigos em Hogwarts e, para sua surpresa, é procurado pelo próprio Ministro da Magia. Sem que Harry saiba, o ministro está preocupado com o garoto, pois fugiu da prisão de Azkaban o perigoso bruxo Sirius Black, que teria assassinado treze pessoas com um único feitiço e traído os pais de Harry, entregando-os a Voldemort. Sob forte escolta, o garoto é levado para Hogwarts.
Na escola as dificuldades são as de sempre: Severo Snape, o professor de Poções, o trata cada vez pior, enquanto ele tem de se esforçar nos treinos de quadribol, e levar Grifinória à vitória do campeonato. Para piorar a situação, os terríveis guardas de Azkaban, conhecidos por dementadores, estão de guarda nos portões da escola, caso Sirius Black tente algo contra Harry. Por fim, Harry tem de enfrentar seu inimigo para salvar Rony e obrigado a escolher entre matar ou não aquele que traiu seus pais.
Com muita ação, humor e magia, Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban traz de volta o gigante atrapalhado Rúbeo Hagrid, o sábio diretor Alvo Dumbledore, a exigente professora de transformação Minerva MacGonagall e o novo mestre Lupin, que guarda grandes surpresas para Harry.


Verão, Harry Potter, agora com 14 anos, sente sua cicatriz arder durante um sonho bastante real com Lord Voldemort, o qual não consegue esquecer; três dias depois, já em companhia da família Weasley, com quem foi passar o restante das férias, na final da Copa Mundial de Quadribol, os Comensais da Morte, seguidores de Você-Sabe-Quem, reaparecem e alguém conjura a Marca Negra – o sinal de Lord Voldemort – projetando-a no céu pela primeira vez em 13 anos, causando pânico na comunidade mágica. Será que o terrível bruxo está voltando? Tudo indica que sim...
Em Harry Potter e o Cálice de fogo, o ano letivo já começa agitado. Harry volta para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts para cursar a quarta série. Acontecimentos inesperados – como, por exemplo, a presença de um novo professor de Defesa contra as Artes das Trevas e um evento extraordinário promovido na escola – alvoroçam os ânimos dos estudantes. Para surpresa de todos não haverá a tradicional Copa Anual de Quadribol entre Casas. Será substituída pelo Torneio Tribuxo, uma competição amistosa entre as três maiores escolas européias de bruxaria — Hogwarts, Beauxbatons e Durmstrang — que não se realizava havia um século. A competição é dividida em tarefas, cuja finalidade é testar a coragem, o poder de dedução, a perícia em magia e a capacidade de enfrentar o perigo dos campeões. Liderados pelo professor Dumbledore, os alunos de Hogwarts terão de demonstrar todas as habilidade mágicas e não-mágicas que vêm adquirindo ao longo de suas vidas.
Apesar de alunos menores de 17 anos não poderem se inscrever no Torneio, inexplicavelmente Harry é escolhido pelo Cálice de Fogo, um grande copo de madeira toscamente talhado cheio até a borda com chamas branco-azuladas, para competir como um dos campeões de Hogwarts. Tendo a seu lado os fiéis amigos Rony Weasley, Hermione Granger e agora também o seu padrinho, o bruxo Sirius Black, que fugiu de Azkaban no ano anterior, o menino feiticeiro tentará escapar mais uma vez das armadilhas de Lord Voldemort.
Além de todos os desafios, há feitiços a serem aprendidos, poções a serem preparadas e aulas de Adivinhação, entre outras, a serem assistidas, Harry terá que lidar ainda com os problemas comuns da adolescência: amor, amizade, aceitação e rejeição.


Harry Potter chegou à adolescência. E, junto com as transformações desta época tão importante, vive seus dias mais sombrios na escola de magia de Hogwarts. Anunciado pela própria J.K. Rowling, como o livro que inaugura a fase dark do personagem, Harry Potter e a Ordem da Fênix é o quinto volume da saga do jovem bruxo e traz a mais longa das aventuras do aprendiz de feiticeiro. A autora chegou a revelar que chorou ao escrever a morte de um dos personagens mais ligados a Harry Potter no livro, cujo título faz menção a uma sociedade secreta envolvendo parte dos professores da Escola de Magia.
Aos 15 anos, Harry Potter continua sofrendo a rejeição dos Dursdley, sua estranhíssima família no mundo dos “trouxas”, ou seja, todos os que não são bruxos. Também continua contando com Rony Weasley e Hermione Granger, seus melhores amigos em Hogwarts, para levar adiante suas investigações e aventuras, ao mesmo tempo que começa a sentir e descobrir coisas novas, como o primeiro amor e a sexualidade.
Nos volumes anteriores, J.K. Rowling mostrou como Harry foi transformado em celebridade no mundo da magia por ter derrotado, ainda bebê, Voldemort, o todo-poderoso bruxo das trevas que assassinou seus pais. Neste quinto livro da saga, o protagonista, numa crise típica da adolescência, tem ataques de mau humor com a perseguição da imprensa, que o segue por todos os lugares e chega a inventar declarações que nunca deu. Harry vai enfrentar as investidas de Voldemort sem a proteção de Dumbledore, já que o diretor de Hogwarts é afastado da escola. E vai ser sem a ajuda de seu protetor que o jovem herói enfrentará descobertas sobre a personalidade controversa de seu pai, Tiago Potter, e a já anunciada morte de alguém muito próximo.


Harry Potter e o enigma do Príncipe parte do ponto onde o livro anterior parou, o momento em que fica provado que o poder de Voldemort e dos Comensais da Morte, seus seguidores, cresce mais a cada dia, em meio à batalha entre o bem e o mal. A onda de terror provocada pelo Lorde das Trevas estaria afetando, até mesmo, o mundo dos trouxas (não-bruxos), e sendo agravada pela ação dos dementadores, criaturas mágicas aterrorizantes que "sugam" a esperança e a felicidade das pessoas.
Harry, que acabou de completar 16 anos, parte rumo ao sexto ano na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, animado e, ao mesmo tempo, apreensivo com a perspectiva de ter aulas particulares com o professor Dumbledore, o diretor da escola e o bruxo mais respeitado em toda comunidade mágica.
Longe de ser aquele menino magricela que vivia no quarto debaixo da escada na casa dos tios trouxas, agora Harry é um dos principais nomes entre aqueles que lutam contra Voldemort, e se vê cada vez mais isolado à medida em que os rumores de que ele é O Eleito, o único capaz de derrotar o Lorde das Trevas, se espalham pelo mundo bruxo. Dois atentados contra a vida de estudantes, a certeza de Harry quanto ao envolvimento de Draco Malfoy com os Comensais da Morte e o comportamento de Snape, suspeito como sempre, adicionam ainda mais tensão ao já inquietante período.
Apesar de tudo isso, ele e os amigos são adolescentes típicos: dividem tarefas escolares e dormitórios bagunçados, correm das aulas para os treinos de quadribol, e namoram. Rony e Hermione, os melhores amigos de Harry, se dão conta (finalmente!) da atração que sentem um pelo outro; Harry e a Gina, a irmã mais nova de Rony, também.
Muitas peças do intricado quebra-cabeça criado por J.K. Rowling começam a se encaixar, à medida em que a escritora começa a preparar Harry (e os leitores) para o desfecho da série. Informações são reveladas por meio do uso da Penseira, um objeto que permite compartilhar memórias, utilizado por Harry e o professor Dumbledore para viajar no tempo, e por diferentes lugares, em busca de explicações sobre o passado de Voldemort.
Com um final de parar o coração, Harry Potter e o enigma do Príncipe mais uma vez comprova a habilidade singular de J.K. Rowling em misturar, num mesmo caldeirão, literatura, mitologia, folclore e religião.


Harry Potter está prestes a completar 17 anos, mas, ao contrário das outras vezes, não irá para Hogwarts após seu aniversário. Agora, escoltado por uma verdadeira brigada de bruxos, ele precisa fugir, antes que Voldemort o encontre. Esse ingresso brusco na vida adulta marca o início da aventura do jovem bruxo em Harry Potter e as Relíquias da Morte.
No último livro da série, o encontro inevitável com Lord Voldemort não pode mais ser adiado. Harry, no entanto, precisa ganhar tempo para encontrar as Horcruxes que ainda estão faltando. E, pelo caminho, descobrir o que são afinal as Relíquias da Morte e como ele pode usá-las contra o Lorde das Trevas. Seguindo as poucas pistas deixadas por Dumbledore, Harry conta apenas com a ajuda dos leais amigos Rony e Hermione.
Juntos, eles percorrem lugares nunca visitados, descobrem histórias nebulosas sobre pessoas queridas e acabam por desvendar mistérios que os incomodavam há muito tempo. Enquanto Harry, Rony e Hermione vagam por diferentes lugares em busca de pistas, J. K. Rowling vai revelando aspectos até então desconhecidos sobre os principais personagens.
Em sua última e derradeira aventura, Harry não é exposto apenas a batalhas. Ele precisa superar traições, surpresas e, mais do que nunca, aprender a lidar com os próprios sentimentos. Como em todos os livros da saga, o amor e a amizade são elementos-chave para a trama. Em Harry Potter e as Relíquias da Morte, J.K. Rowling leva o leitor por uma trilha de suspense, com sustos ininterruptos até a última página, quando entrega, por completo, toda a verdade e conclui os passos de herói de Harry Potter na maior saga bruxa de todos os tempos.


Ser o baixista da banda de rock mais famosa do mundo proporcionou muitas vantagens para Griffin Hancock: uma bela casa, um carro veloz e, o mais importante, sua incrível esposa Anna. A única coisa que a fama não lhe trouxe foi um refletor focado apenas nele. Anna o aconselha a ser paciente, e diz que seu talento vai acabar por lhe trazer isso. Só que Griffin está farto de esperar pela oportunidade de brilhar por completo.
De forma inesperada para todos, Griffin toma uma decisão chocante e resolve assumir o maior risco de sua vida. Subitamente ele se vê debaixo de novos refletores, luzes, câmeras e... caos -- algo que acaba por levar ao limite o seu relacionamento com Anna. Sua compreensiva esposa sempre considerou sexy o comportamento imprevisível do marido, mas, de repente, sentimentos de dor começam a transparecer em seus olhos, e isso coloca a alma de Griffin em uma espiral de desespero e infelicidade.
Justamente quando o reconhecimento do seu talento está ao seu alcance, a pessoa que ele mais ama no mundo pode estar lhe escorrendo pelos dedos.


Em detalhes assustadores, Mindhunter mostra os bastidores de alguns dos casos mais terríveis, fascinantes e desafiadores do FBI.
Durante as mais de duas décadas em que atuou no FBI, o agente especial John Douglas tornou-se uma figura lendária. Em uma época em que a expressão serial killer, assassino em série, nem existia, Douglas foi um oficial exemplar na aplicação da lei e na perseguição aos mais conhecidos e sádicos homicidas de nosso tempo. Como Jack Crawford em O Silêncio dos Inocentes, Douglas confrontou, entrevistou e estudou dezenas de serial killers e assassinos, incluindo Charles Manson, Ted Bundy e Ed Gein.
Com uma habilidade fantástica de se colocar no lugar tanto da vítima quando no do criminoso, Douglas analisa cada cena de crime, revivendo as ações de um e de outro, definindo seus perfis, descrevendo seus hábitos e, sobretudo, prevendo seus próximos passos.
Com a força de um thriller, ainda que terrivelmente verdadeiro, Mindhunter: o primeiro caçador de serial killers americano é um fascinante relato da vida de um agente especial do FBI e da mente dos mais perturbados assassinos em série que ele perseguiu. A história de Douglas serviu de inspiração para a série homônima da Netflix, que conta com a direção de David Fincher (Garota Exemplar e Clube da Luta) e Jonathan Groff, Holt McCallany e Anna Torv.