Lançamentos de Outubro #1

Oi, gente! Hoje finalmente daremos início aos lançamentos de outubro! Pra começar trouxe as editoras Rocco, Novo Conceito e Intrínseca. Alguns me deixaram curiosa, e vocês?

Vidas Muito Boas - J. K. Rowling - Rocco

“Como podemos aproveitar o fracasso?” “Como podemos usar nossa imaginação para melhorar a nós e os outros?”. J.K. Rowling responde essas e outras perguntas provocadoras em Vidas muito boas, versão em livro do famoso discurso de paraninfa da autora da série Harry Potter na Universidade de Harvard, que chega às livrarias brasileiras no dia 7 de outubro. Baseado em histórias de seus próprios anos como estudante universitária, a autora mundialmente famosa aborda algumas das mais importantes questões da vida com perspicácia, seriedade e força emocional. Um texto cheio de valor para os fãs da escritora e surpreendente para todos que buscam palavras inspiradoras.


Em Dorothy tem que morrer, Amy Gumm é uma garota do Kansas levada por um tornado para o mundo encantado de Oz. O que ela encontra por lá, porém, é uma paisagem bem diferente da descrita no clássico de L. Frank Baum, governada com mão de ferro por uma certa Dorothy Gale. Para fazer de Oz uma terra livre novamente, Amy precisa remover o coração do homem de lata, roubar o cérebro do espantalho e tomar a coragem do leão. E aí Dorothy morreria. Mas, em A ascensão do mal, aguardada sequência da série de Danielle Paige, ela continua viva. E o passado de Oz guarda muitos segredos que Amy ainda desconhece. Em quem ela poderá confiar para cumprir sua missão?



Corrupção, conflito de interesses, favorecimentos ilícitos, compra de sentenças, delações premiadas... Parece Brasília, mas é a trama do novo romance de John Grisham. Lacy Stoltz trabalha para o Conselho Judicial da Flórida e investiga a atuação da juíza Claudia McDover no processo que autorizou a construção de um cassino em terras indígenas, abrindo caminho para a ampliação dos negócios de um certo Vonn Dubose. Ganancioso e nada ético, Dubose não mede esforços para alcançar seus objetivos, comprando o apoio da juíza McDover numa trama que envolve falcatruas e assassinato, e que colocará em risco até mesmo a vida de Lacy Stoltz e seus colegas do Conselho de Conduta Judicial. Veterano da lista dos mais vendidos do The New York Times, com mais de 30 livros publicados, vários deles transformados em filmes de sucesso, Grisham mostra que segue em ótima forma com este clássico thriller de tribunal.


No centenário da Revolução Russa, Os Romanov – O fim da dinastia se debruça sobre os momentos finais da família imperial russa. Escrito à maneira de uma história de detetives por Robert K. Massie, historiador e ganhador do Prêmio Pulitzer de literatura, autor dos sucessos Catarina, a Grande, e Nicolau e Alexandra, o livro recria o sinistro massacre que pôs fim à vida do último czar e de seus familiares, revela a culpa e a dissimulação de Lênin e de seus comparsas e relata em detalhes dramáticos e cheios de suspense as tentativas para descobrir a verdade na Rússia pós-comunista. O livro mostra o papel fundamental de cientistas, investigadores forenses, políticos e outras figuras importantes na descoberta da verdade por trás da morte dos Romanov e responde a uma série de perguntas que cercam esse evento trágico e memorável, especialmente após a exumação, em 1991, de nove esqueletos encontrados numa cova rasa na Sibéria, próximo ao infame porão onde os 11 membros da família foram assassinados setenta e três anos antes.


Autor da trilogia O Último Policial, ganhador dos prêmios Edgar e Philip K. Dick, Ben H. Winters é uma das principais vozes da literatura policial e da ficção científica contemporânea nos EUA. Em Underground Airlines, o autor conta uma história ambientada numa realidade alternativa em que os Estados Unidos não passaram pela guerra civil e os estados de Mississipi, Alabama, Louisiana e Carolina do Sul permanecem separados do norte do país e vivendo de mão de obra escrava. Na trama, Victor é uma espécie de “capitão do mato”, um ex-escravo que trabalha rastreando escravos fugitivos e devolvendo-os a seus donos. Ao mesmo tempo, porém, em que opera a favor do status quo, ele age sob uma agenda própria. A partir desse personagem contraditório e aludindo às “underground railroads”, rotas clandestinas pelas quais os escravos americanos fugiam para o norte abolicionista ou para o Canadá, Underground Airlines é um ótimo entretenimento e também uma provocação à sociedade americana com suas questões raciais, econômicas e políticas.


Escritor, crítico literário e de arte, jornalista, professor, administrador cultural e, antes de tudo e sobretudo, poeta, Affonso Romano de Sant’Anna chega aos 80 anos escrevendo com intensidade e assombro. Neste A vida é um escândalo, reunião de poemas inéditos que celebra seu octogésimo aniversário, o autor de livros célebres como Que país é este?, A grande fala do índio guarani e a catedral de Colônia, Vestígios, vencedor do Prêmio Jabuti, e Sísifo desce a montanha, para citar apenas parte de sua obra poética, apresenta uma obra densa, rigorosa e refinada que não exclui, no entanto, a poesia erótica ou a experimental e assegura para seu autor um lugar de destaque entre os melhores poetas brasileiros de todos os tempos.


Por que o Brasil é um país atrasado? Livro de estreia do ativista político, empresário e descendente da família real Luiz Philippe de Orleans e Braganca, revela a construção de um Estado autocrático e interventor, fato que atingiu seu ápice com a Constituição de 1988. No decorrer da obra, o autor aborda os motivos – a partir de uma revisão de princípios universais que estiveram sufocados pelas narrativas que servem aos governos e à burocracia de Estado – pelos quais a nação se encontra mais uma vez em uma situação de decadência política, institucional e econômica. Acessível a todo e qualquer leitor, mesmo aqueles sem conhecimento prévio de teorias políticas e econômicas, por que o Brasil é um país atrasado? Presta um serviço à sociedade brasileira ao combater a desinformação e mitos. Informa aos diversos segmentos da sociedade quais são as bandeiras legítimas na construção e defesa de um Estado de Direito moderno e de sucesso. No Brasil pós segundo impeachment da Nova República, trata-se de uma obra essencial para entender nosso país e as estruturas que causam nossa instabilidade.


Nos dois primeiros livros da série, Magnus Chase, o herói boa-pinta que é a cara do astro de rock Kurt Cobain, ex-morador de rua e atual guerreiro imortal de Odin, precisou sair em algumas jornadas árduas e desafiar monstros, gigantes e deuses nórdicos para impedir que os nove mundos fossem destruídos no Ragnarök, o fim do mundo viking. Em O navio dos mortos, Loki está livre da sua prisão e preparando Naglfar, o navio dos mortos, para invadir Asgard e lutar ao lado de um exército de gigantes e zumbis na batalha final contra os deuses.
Desta vez, Magnus, Sam, Alex, Blitzen, Hearthstone e seus amigos do Hotel Valhala vão precisar cruzar os oceanos de Midgard, Jötunheim e Niflheim em uma corrida desesperada para alcançar Naglfar antes de o navio zarpar no solstício de verão, enfrentando no caminho deuses do mar raivosos e hipsters, gigantes irritados e dragões malignos cuspidores de fogo. Para derrotar Loki, o grupo precisa recuperar o hidromel de Kvásir, uma bebida mágica que dá a quem bebe o dom da poesia, e vencer o deus em uma competição de insultos. Mas o maior desafio de Magnus será enfrentar as próprias inseguranças: será que ele vai conseguir derrotar o deus da trapaça em seu próprio jogo?


Depois de seis anos, milhões de livros vendidos, dois filmes de sucesso e uma legião de fãs apaixonados ao redor do mundo, John Green, autor do inesquecível A culpa é das estrelas, lança o mais pessoal de todos os seus romances: Tartarugas até lá embaixo.
A história acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido – quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro – enquanto lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).
Repleto de referências da vida do autor – entre elas, a tão marcada paixão pela cultura pop e o TOC, transtorno mental que o afeta desde a infância –, Tartarugas até lá embaixo tem tudo o que fez de John Green um dos mais queridos autores contemporâneos. Um livro incrível, recheado de frases sublinháveis, que fala de amizades duradouras e reencontros inesperados, fan-fics de Star Wars e – por que não? – peculiares répteis neozelandeses.


Com base em milhares de páginas dos impressionantes cadernos que Leonardo Da Vinci manteve ao longo de boa parte da vida e nas mais recentes descobertas sobre sua obra e trajetória, Walter Isaacson, biógrafo de algumas das mentes mais inovadoras e influentes de nossa história, como Einstein e Steve Jobs, tece uma narrativa que conecta arte e ciência, revelando momentos inéditos da história de Leonardo. Desfazendo-se da aura de super-humano muitas vezes atribuída ao artista, Isaacson mostra que a genialidade de Leonardo estava fundamentada em características bastante palpáveis, como a curiosidade, uma enorme capacidade de observação e uma imaginação tão fértil que flertava com a fantasia.
Leonardo criou duas das mais famosas obras de arte de todos os tempos, A Última Ceia e Mona Lisa, mas se considerava apenas um homem da ciência e da tecnologia — curiosamente, uma de suas maiores ambições era ser reconhecido como engenheiro militar. Com uma paixão que às vezes se tornava obsessiva, ele elaborou estudos inovadores nas mais diversas áreas, como anatomia, fósseis, o voo dos pássaros, o coração, máquinas voadoras, botânica, geologia, hidráulica e armamentos e fortificações. A habilidade para entrelaçar humanidades e ciência, tornada icônica com o desenho do Homem vitruviano, fez dele o gênio mais criativo da história.
Filho ilegítimo, à margem da educação formal, gay, vegetariano, canhoto, distraído e, por vezes, herético, o Leonardo desenhado nesta biografia é uma pessoa real, extraordinária pela pluralidade de interesses e pelo prazer que tinha em combiná-los. Um livro indispensável não só pelo caráter único de representar integralmente o artista, mas como um retrato da capacidade humana de inovar, da importância de não apenas assimilar conhecimento, mas ter a disposição para questioná-lo, ser imaginativo e, como vários desajustados e rebeldes de todas as eras, pensar diferente.
A biografia chega às livrarias brasileiras com lançamento simultâneo ao dos Estados Unidos, em 17 de outubro. A obra será adaptada para o cinema, protagonizada por Leonardo DiCaprio. O ator também produzirá o longa (ainda sem data de estreia) ao lado de Jennifer Davisson, com quem trabalhou em O Regresso, filme que lhe rendeu o Oscar de melhor ator.


Naomi, Rose, Leo e Red são adolescentes enfrentando aquela fase em que se relacionar no colégio é tão difícil quanto encarar os próprios problemas. Red tem uma mãe alcoólatra e um pai ausente; o irmão de Leo está na prisão; Rose usa sexo e drogas para mascarar traumas antigos e Naomi se esconde atrás de peruca e maquiagem pesada.
Quatro adolescentes tão diferentes viram melhores amigos quando são obrigados a formar uma banda. O que era uma tarefa chata vira a famosa e popular Mirror, Mirror. Através da música, eles encontram um caminho para encarar o mundo de outra forma.
Mas tudo desmorona quando Naomi some misteriosamente e é encontrada, dias depois, entre a vida e a morte. O acidente desestrutura a banda e, consequentemente, a vida de todos. A sólida relação de amizade que eles achavam estar construindo tinha uma rachadura, e tudo o que restam são dúvidas e vazios. O que aconteceu com Naomi? Foi um acidente ou um ataque? Por que ela fugiria e deixaria a banda para trás? Por que esconderia segredos dos seus melhores amigos? Para desvendar o mistério por trás dessa história, Red e os amigos entram em uma investigação que vai desenterrar seus próprios segredos obscuros e fazê-los confrontar a diferença entre o que eles realmente são de verdade e a imagem que passam para o mundo.
Em seu romance de estreia, a modelo e atriz Cara Delevingne revela mais um talento ao apresentar um olhar fresco e sagaz sobre questões atuais da juventude: amizade, bullying, identidade, gênero, transtornos emocionais, a influência perigosa das mídias sociais nas relações e o poder destruidor da imagem.


Em edição comemorativa dos 10 anos de sua primeira publicação, o novo Destrua Este Diário combina atividades inéditas e outras já conhecidas dos leitores em páginas totalmente remodeladas. Uma segunda chance de mergulhar no mundo de rascunhos, anotações aleatórias, cores variadas e, o melhor de tudo, de destruição, em que lápis de cera, canetinha, tinta, giz, adesivos, papel, tesouras e muita imaginação são as suas mais valiosas ferramentas.




A linha tem uma proposta, a princípio, bem simples: pegue um lápis e comece com um traço. Mas, a partir daí, não espere obviedades. Conforme sua linha se mover pelas páginas você vai encontrar um infinito de novas formas de explorar os espaços — por cima, por baixo, pelas bordas, parando, voltando e até mesmo cedendo seu traço a outra pessoa. Um caminho de surpresas, ao mesmo tempo divertido e contemplativo, que ninguém sabe ao certo aonde vai dar. Só pegando no lápis para descobrir.




Envelhecer faz parte da vida, mas manter a vitalidade não é tarefa simples: dois terços da população mundial desenvolvem, com o passar dos anos, pelo menos duas doenças crônicas, tornando-se frágeis, dependentes ou socialmente isolados. Uma estatística que pode ser revertida, afirma o dr. Sergio Abramoff, especializado em medicina preventiva.
Em Rejuvelhecer: A saúde como prioridade, dr. Abramoff explica os maiores riscos das transformações sutis e progressivas que a idade promove em nosso organismo, apontando posturas capazes de diminuir ou adiar significativamente o impacto de males comuns do envelhecimento, entre eles o Alzheimer, câncer, doenças cardiovasculares e osteomusculares.
Mais que um livro sobre bem-estar, Rejuvelhecer: A saúde com prioridade é um guia de como podemos desempenhar um papel decisivo no caminho rumo a uma velhice saudável. Seguindo as informações colocadas pelo autor de forma objetiva e de fácil compreensão, seu compromisso com a saúde passará a ser uma prioridade, que trará como recompensa um amadurecimento com liberdade e autonomia.