Resenha feita pela Tay!Título: O Diário de Bridget Jones
Título Original: Bridget Jones's Diary
Série: Bridget Jones
1- O Diário de Bridget Jones
2- No Limite da Razão
3- Louca Pelo Garoto
4- O Bebê de Bridget Jones
Autor: Helen FieldingSérie: Bridget Jones
1- O Diário de Bridget Jones
2- No Limite da Razão
3- Louca Pelo Garoto
4- O Bebê de Bridget Jones
Editora: Paralela
Páginas: 288
Ano: 2016
Saiba mais: Skoob
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Lá vou eu ser a diferentona.
Sinopse: Bridget Jones já é uma personagem querida por milhões de leitores. Seja pelas desventuras amorosas ou pelos problemas com os pais, é muito fácil se identificar (e se encantar) com a protagonista criada por Helen Fielding. Nesta nova edição comemorativa dos vintes anos de lançamento do primeiro livro os fãs antigos terão a chance de reencontra-lá, e os novos leitores descobrirão uma paixão por este clássico.
A Protagonista: Vou ser polêmica e dizer que não gostei de Bridget, nenhum pouco. Não consegui achá-la carismática e ela me irritou por boa parte do livro. Dá pra perceber que ela está passando por uma crise em relação à idade, mas eu não me interessei nenhum pouco por todo o mimimi que ela arruma. Por exemplo, o quanto ela adora falar que odeia quando as pessoas dizem que ela precisa arrumar um marido e ter filhos, porque ela não precisa de homem e blá blá blá, mas ao mesmo tempo fica chorando pelos cantos por não ter um namorado, fica completamente obcecada pelo chefe e reclamando por estar sozinha. Como é dito no próprio livro (ou na orelha, não me lembro), Bridget é como uma adolescente em busca de si mesma, porém já li protagonistas de livros YA bem mais interessantes que ela.
Personagens Secundários: Não consigo entender como Bridget foi apaixonada por Daniel por tanto tempo, nem o motivo de manter Rebecca na sua lista de amigos, porque são dois insuportáveis. Eu gostei de Mark, pena que o relacionamento dele com a protagonista foi meio xoxo, mesmo quando a autora tenta aproximá-los mais. Achei Tom, Sharon e Jude legais, mas nada que me fizesse gostar muito deles. A mãe de Bridget é impossível, mas ela foi feita realmente para causar irritação no leitor (uma meta alcançada pela autora!).
Capa, Diagramação e Escrita: Se eu tenho algo a falar bem desse livro é essa edição maravilhosa lançada pela Paralela. Adorei a capa, as cores, a diagramação está ótima e o livro é bem gostosinho de pegar. A escrita da Helen Fielding não é ruim, mas a história que ela conta não ajudou muito para que eu conseguisse apreciá-la mais. Não achei o livro engraçado, a maioria das passagens do diário são mornas e eu odiei o quanto Bridget ficava contando o peso e quantas calorias havia consumido em várias entradas. Isso é algo que pode deixar vários leitores com a auto-estima bem baixa (imagina, a mulher acha que está uma balofa pesando 58 quilos; wtf?). Até mesmo li uma resenha no Goodreads de uma garota dizendo o quanto esse livro serviu de gatilho para sua auto-estima, deixando-a bem mal durante e depois da leitura.
Concluindo: Eu entendo como esse livro conquistou milhões de fãs ao redor do mundo, mas eu não fui uma delas. Foi uma luta conseguir terminar a leitura e ainda por cima posso ter ficado um pouco paranoica com algo que não devia. Não pretendo continuar a série e não sei se vou ver o filme, provavelmente vou usar esse tempo para continuar maratonando minha série maravilhosa.
