Terça do Top #125


Top 5 melhores filmes de terror segundo Stephen King


No inicio do mês, o Mestre do Terror tweetou seu desejo de curtir um cinema tranquilo com direito a pipoca, refrigerante e balas de menta. Em entrevista à Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, entidade que organiza o Oscar, ele revelou suas inspirações cinematográficas, os filmes preferidos que o ajudaram a caracterizar seu estilo narrativo, resultando na maestria que hoje são suas obras.
1. A Bruxa de Blair 
“O filme me perturbou por dias, imagino que a causa disso seja sua simplicidade, a falta de polidez. E nada supera a cena final”. A bruxa de Blair é um filme de 1999. Uma das maiores bilheterias dos EUA, sua característica de pseudo-documentário foi feita para que o filme tivesse uma atmosfera mais real, os atores foram levados para uma floresta com uma câmera cada e deixados lá, enquanto a equipe de filmagem trabalhava camuflada para filmar e assustar o elenco, que achava que a lenda da bruxa era real, devido às lendas locais. Ainda no marketing do filme, ele foi divulgado como um documentário real.


Feliz dia do Orgulho Nerd!




“A toalha é um dos objetos mais úteis para um mochileiro interestelar. Em parte devido a seu valor prático: você pode usar a toalha como agasalho quando atravessar as frias luas de Beta de Jagla; pode deitar-se sobre ela nas reluzentes praias de areia marmórea de Santragino V, respirando os inebriantes vapores marítimos; você pode dormir debaixo dela sob as estrelas que brilham avermelhadas no mundo desértico de Kakrafoon; pode usá-la como vela para descer numa minijangada as águas lentas e pesadas do rio Moth; pode umedecê-la e utilizá-la para lutar em um combate corpo a corpo; enrolá-la em torno da cabeça para proteger-se de emanações tóxicas ou para evitar o olhar da Terrível Besta Voraz de Traal (animal estonteantemente burro, que acha que, se você não pode vê-lo, ele também não pode ver você – estúpido feito uma anta, mas muito, muito voraz); você pode agitar a toalha em situações de emergência para pedir socorro; e naturalmente pode usá-la para enxugar-se com ela se ainda estiver razoavelmente limpa”- O guia do Mochileiro das Galáxias, Douglas Adam.


                                                       


                                              Feliz Dia Da Toalha!

Resenha - A Ameaça Sombria

Título: A Ameaça Sombria
Título Original: The Shadow Hour
Série: A Profecia do Pássaro de Fogo
1- A Profecia do Pássaro de Fogo
2- A Ameaça Sombria  
3- The Savage Down (2017 US)
Autora: Melissa Grey
Editora: Seguinte
Páginas: 424
Saiba mais: Skoob\Goodreads
Comprar: Amazon

Não há spoilers nesta resenha exceto em "Personagens"

Sinopse: O mundo de Echo mudou por completo quando a garota menos esperava. Até pouco tempo, ela era apenas uma espectadora da guerra milenar entre os Avicen e os Drakharin, dois povos mágicos que habitam a Terra em segredo. Agora, depois de encontrar e libertar o pássaro de fogo - uma figura mítica importante para os dois grupos - e de descobrir o poder que carrega dentro de si, Echo precisa entender qual papel deve desempenhar para colocar um fim definitivo nesse conflito. Para complicar, a libertação do pássaro de fogo deu nova vida a um ser antagônico a ele, o kuçedra. Feito de trevas e sombras, o kuçedra espalha medo e morte por onde quer que passe - principalmente se controlado pelas pessoas erradas. Enquanto tenta encontrar uma solução para esse novo obstáculo, Echo vai perceber que a linha que separa a luz das trevas é bem mais tênue do que esperava...

Trama: Depois dos acontecimentos surpreendentes no final do primeiro volume, o grupo heterogêneo se vê obrigado a ficar cativo tanto física, quanto psicologicamente. Reclusos em um depósito, eles se escondem de seus respectivos povos e esperam a recuperação de Jasper, mas depois de três meses a tensão entre eles é palpável e a lesão do Avicen está longe de cicatrizar. A maioria dos livros de transição não caminha muito com a trama, é comum que no final do livro haja alguma reviravolta surpreendente que nos deixe sedentos pela continuação. No caso de A Ameaça Sombria, eu não senti esse arrastar específico (mas há, claro, uma reviravolta, não tão surpreendente, no final). A trama é mais comedida e exemplifica bem o recuo estratégico de uma unidade abatida na guerra, mas gostei do desenvolvimento das personagens aqui, cada uma em seu próprio processo de amadurecimento.